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PARECER DO CFM SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA
É “ANENCÉFALO”, AFIRMA MÉDICO SERGIPANO

— Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

Um artigo do médico sergipano Jorge Martins Cardoso, dividido em três partes, mostra detalhadamente aspectos falhos do Parecer Nº 12/2007 do Conselho Federal de Medicina – CFM que proibiu o uso da Auto-hemoterapia pelos médicos brasileiros, o qual considera “bastante duvidoso”, “incompleto” e “claudicante”. Ele critica o CFM por “não ter analisado o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira – o qual foi publicado na Revista Brasil Cirúrgico e traduzido para o francês e o inglês”.

Observa que tal lacuna é inadmissível a quem defende a comprovação científica das terapias, destacando que a referida falha se dá “Diante de um assunto desta magnitude, que interessa à saúde de milhões de pessoas, diante de uma matéria deste quilate, que é fundamental para a vida de milhões de brasileiros e diante de um tema que envolve bilhões de dólares, (…) (o parecer) está incompleto de berço”.

Conforme vem sendo mostrado nos últimos anos, Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos e passou a ser mais discutida e difundida depois da divulgação, a partir de 2004, de um DVD explicando a técnica e mostrando inúmeros de casos de cura de doenças com uso da técnica receitada pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

DISTORÇÃO

Segundo o Dr. Cardoso, “o pesquisador Jésse Teixeira é reconhecido internacionalmente e por isso mesmo é que o seu trabalho original deveria ter sido minuciosamente analisado pelo CFM, o que não foi feito”. Por isto, e por outras razões que explica em seu artigo, o médico sergipano continua afirmando que “o parecer do CFM é incompleto, duvidoso, superficial e insustentável”. Assegura que “tanto a “Análise do trabalho “Complicações Pulmonares” de Jésse Teixeira” como a “Análise do estudo do Dr. Jésse Teixeira” estão incorretas e incompletas”.

Em artigo anterior, Dr. Cardoso analisa histórica e cientificamente termo usado de forma forçada no Parecer do CFM, para denegrir a AHT. Adverte que “Ao insinuar que a inofensiva auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, o parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM), supostamente científico, mais uma vez denigre a imunologia, amputa a hematologia, mutila a infectologia, aliena milhares de médicos desavisados, amordaça parte significativa da imprensa, e deixa milhões de brasileiros entregues à dor, ao sofrimento e à morte”. Esclarece que “O parecer do CFM insinua que a auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, numa tentativa de associar a auto-hemoterapia com infecções”, mostrando que “Dr. Jésse Teixeira não menciona MONOCITOSE sob hipótese alguma”.

ANENCEFALIA

Indagando “Por que a análise é incompleta?”, o articulista estranha que o parecer não tenha procurado localizar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, no qual podem ser encontradas experiências com o uso de animais, no caso o uso de coelhos, o que desqualifica a argumentação sobre o famoso efeito placebo. “Como o parecer do CFM foi feito sem analisar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, podemos dizer que o parecer do CFM foi feito sem analisar a cabeça. Como todos sabemos, o corpo humano é constituído de cabeça, tronco e membros. Pois bem. O documento oficial (o parecer do CFM), só tem tronco e membros”.

O parecer do CFM “não tem cabeça”. Se não tem cabeça é anencéfalo – permitam-me usar uma palavra que está na moda. Estamos diante um parecer incompleto, estamos diante de um documento oficial incompleto, estamos diante de um parecer portador de anencefalia. Mas, ao invés de propor sua extirpação, sendo mais tolerantes, propomos apenas sua anulação, o que poderá oportunizar a qualquer momento uma ampla revisão” – conclui.

Para ler os artigos do Dr. Jorge Martins Cardoso, basta acessar o link http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-jmc.htm

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos…

Artigo Nº 95 (1ª Parte)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

“O Silêncio dos Inocentes, (a*) o Silêncio dos Culpados… (b*) e a Anencefalia.” (c*).

“Ato Médico” 1 – …”Outro documento é da lavra do Dr. Luiz Moura, que consta de uma exposição didática da auto-hemoterapia, iniciando por uma definição do procedimento, seguida de sumário, histórico e ação terapêutica. Uma apresentação em vídeo existe e foi assistida pelo parecerista, onde o Dr. Luiz Moura, disserta sobre auto-hemoterapia em linguagem simples”. …”Defende o preclaro colega que a auto-hemoterapia é um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo do mesmo paciente. Afirma que esse procedimento estimula o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL, quadruplicando os MACRÓFAGOS em todo o organismo”. (página nove do parecer do CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA – CFM). (1).

“Ato Médico” 2 – …”De grande interesse é a sua informação de que foi o ilustre cirugião brasileiro, Dr. Jésse Teixeira quem “provou que o S. R. E. era ativado pela auto-hemoterapia, em seu trabalho publicado e premiado em 1940 na Revista Brasil Cirúrgico”. (d*). – (página nove do parecer do CFM). (1).

“Ato Médico” 3 – Análise do estudo do Dr. Jésse Teixeira – Não foi possível obter o trabalho do Dr. Jésse Teixeira na revista em que foi publicado. Segundo consta, o artigo foi originalmente publicado na Revista Brasil Cirúrgico 3: 213-230, 1940. A análise seguinte foi baseada nos dados disponíveis em http:/www.orientacoesmedicas.com.br/autohemotransfusao_drjesseteixeira1940..pdf, (página onze do parecer). (1).

“Ato Médico” 4 – …”O autor (e*) cita METTENLEITER, segundo o qual: “as complicações pulmonares podem surgir, com qualquer espécie ou método de anestesia, mas a ausência de acometimentos pulmonares, em nossa série, prova que a autohemotransfusão e não o tipo de anestesia, responde pelos bons resultados”. (página doze do parecer). (1).

“Ato Médico” 5 – …”Quando trata da profilaxia dessas complicações, o insigne cirurgião articulista ressalta que existe um recurso da mais alta valia e que pode ser vantajosamente empregado nas cirurgias de urgência e eletivas e chama a esse recurso de “autohemotransfusão”, a constar da administração intramuscular de 20 ml de sangue imediatamente após ter sido retirado de uma veia da prega do cotovelo, depois da operação, estando o doente ainda na mesa de operação. Tal procedimento é, pois, absolutamente idêntico ao que neste parecer se convencionou chamar de auto-hemoterapia propriamente dita”. (página treze do parecer). (1).

“Ato Médico” 6 – …”Desnecessário salientar que o Dr. Jésse Teixeira foi um ilustre cirurgião brasileiro. Seu nome, reconhecido internacionalmente, é respeitado por tudo o que ele realizou enquanto eminente cirurgião torácico e educador. No afã de ajudar os seus pacientes numa época ainda carente de recursos terapêuticos para tratar as infecções, entusiasmou-se pela auto-hemoterapia e realizou um estudo que lhe trouxe ânimo e esperança e que lhe pareceu justificável utilizar numa época carente de recursos terapêuticos”. (página dezesseis do parecer). (1).

“Ato Médico” 7 – …”Trabalho de Revisão do Professor Ricardo Veronesi”. (página dezesseis do parecer). (1).

O que os leitores calmamente leram acima, consta no parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM), que é considerado a “Suprema Corte de Medicina” no Brasil, órgão ligado ao governo federal e, por conseguinte, patenteia-se que o parecer é um documento oficial. Aos leitores mais exigentes informamos que tal documento encontra-se disponível na internet.

Vamos à uma análise crítica dos “Atos Médicos”:

“Ato Médico” 1 – Neste “ato”, fica cristalino que o Dr. Jésse Teixeira foi realmente um grande cirurgião. O que nós não sabíamos é que ele era reconhecido internacionalmente, que foi um cirurgião torácico e que foi também um educador, informações estas que não constam explicitamente no trabalho do Dr. Luiz Moura. É possível que o (s) parecerista (s) tenham obtido tais informações junto ao Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), visto que o mesmo é subordinado ao Conselho Federal de Medicina, e que aquele vivia às turras, há um bom tempo, com o Dr. Luiz Moura. Tudo bem. No caso, o que vem a ser realmente mais importante é que, mais uma vez, o Dr. Luiz Moura está correto em suas informações quando diz no DVD: …”O trabalho do Jésse Teixeira, que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou num prêmio de cirurgia, no maior prêmio, de um trabalho publicado em 1940, e que foi traduzido em duas línguas, para o francês e para o inglês”. (2). Então, fica mais do que evidente que um trabalho publicado em português, francês e inglês, só poderia ter transformado o Dr. Jésse Teixeira numa personalidade reconhecida internacionalmente. Resta saber onde se encontram os três respectivos trabalhos originais nos três diferentes idiomas (português, francês e inglês).

“Ato Médico” 2 – Neste “ato”, o documento oficial afirma que existe um DVD sobre a auto-hemoterapia, o parecer do Conselho Federal de Medicina afirma que o relator assistiu ao DVD sobre a auto-hemoterapia, e ainda, o parecer do CFM informa que o Dr. Luiz Moura afirma que a auto-hemoterapia estimula o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL, quadruplicando os MACRÓFAGOS em todo o organismo.

“Ato Médico” 3 – Este “ato” merece as seguintes considerações: 1ª – “Diante de um assunto desta magnitude, que interessa à saúde de milhões de pessoas, diante de uma matéria deste quilate, que é fundamental para a vida de milhões de brasileiros e diante de um tema que envolve bilhões de dólares – há quem diga que o bolso é a parte mais sensível do homem -, ao não ter analisado o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira – o qual foi publicado na Revista Brasil Cirúrgico e traduzido para o francês e o inglês -, o parecer do CFM começa extremamente claudicante, pois, está incompleto de berço, e, se está incompleto é portanto bastante duvidoso.. 2ª – Uma prova incontestável de que o parecer do CFM é incompleto, encontra-se no depoimento do Dr. Luiz Moura, quando ele diz: …”então ele fez isso em coelhos. Ele fez a auto-hemoterapia em coelhos e verificou que terminava a ação da auto-hemoterapia quando o sangue terminava, porque ele sacrificava os coelhos e verificava, bom, voltou de novo ao 5%, foi ver o local que tinha sido aplicado o sangue e já não existia mais sangue”. (2).

3ª – O (s) parecerista (s) do CFM fizeram uma análise baseada em uma publicação disponível na internet, – que não corresponde ao trabalho original do Dr. Jésse Teixeira -, na qual não há a menor alusão à pesquisa com coelhos. Em relação à auto-hemoterapia, Dr. Jésse Teixeira realizou pesquisas em seres humanos e pesquisas em coelhos. 4ª – Em relação à auto-hemoterapia, mais uma vez chamamos a atenção dos leitores para o fato de que, os estudos do Dr. Jésse Teixeira foram publicados em três diferentes idiomas (português, francês e inglês). 5ª – O trabalho do médico, do cirurgião torácico, do estudioso, do pesquisador Jésse Teixeira é reconhecido internacionalmente, por isso mesmo, é que o seu trabalho original é que deveria ter sido minuciosamente analisado pelo (s) parecerista (s) do CFM. O que não foi feito. Fato que não ocorreu.

No próximo texto a 2ª parte do artigo 95, cujo subtítulo é “O Silêncio dos Inocentes, (a*), O Silêncio dos Culpados… (b*) e a Anencefalia.” (c*).

Aracaju, 02 de maio de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… 95 (2ª Parte)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

“O Silêncio dos Inocentes, (a*) O Silêncio dos Culpados… (b*) e a Anencefalia. (c*).

6ª – Por isto, e por outras razões que veremos mais adiante, continuamos afirmando que o parecer do CFM é incompleto, duvidoso, superficial e insustentável (o efeito placebo que o diga). Acrescente-se ainda, e desde já, a provocativa MONOCITOSE, contida no parecer daquela “Corte”, fenômeno este que absolutamente não existe, quando as pessoas usufluem dos benefícios da auto-hemoterapia.

7ª – No documento oficial (parecer do CFM), tanto a “ANÁLISE DO TRABALHO “COMPLICAÇÕES PULMONARES” DE JÉSSE TEIXEIRA” como a “Análise do estudo do Dr. Jésse Teixeira” estão incorretas e incompletas.

Por que está incorreta? No trabalho do Dr. Jésse Teixeira (que se encontra disponível na internet e que o (s) parecerista (s) utilizaram para a análise), existe a afirmação de que “o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL de ASCHOFF-LANDAU também é poderosamente estimulado pela autohemotransfusão”. A seguir o Dr. Jésse Teixeira apresenta 3 (três) experiências que provam essa afirmação.

A primeira delas refere-se ao uso de um emplastro de cantáridas, colocado sobre a pele da coxa, e que determina a formação de pequena vesícula. “Pois bem, se aspiramos o conteúdo dessa vesícula num tubo em U e o centrifugarmos, depois de seco e corado, a contagem diferencial nos revelará uma incidência de monócitos por volta de 5%”. Acrescenta ainda Dr. Jésse Teixeira: “Após a autohemotransfusão, a cifra de monócitos, no conteúdo da vesícula, se eleva em oito horas para 22%”. O trabalho do Dr. Jésse Teixeira se refere ao número de monócitos encontrados no conteúdo da vesícula (não confundir com sangue, muito menos com sangue periférico), que aqui recebem o nome de macrófagos. O parecer do CFM insinua que a auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, numa tentativa de associar a auto-hemoterapia com infecções. Dr. Jésse Teixeira não menciona MONOCITOSE sob hipótese alguma.

8ª – O trabalho do Dr. Jésse Teixeira diz: “Com o intuito de contribuir para o estudo das complicações pulmonares pós-operatórias, principalmente no que se refere à sua profilaxia”. Em operados, todos nós sabemos, uma das complicações mais frequentes são as infecções pulmonares que ocorrem após a cirurgia. Ainda hoje existe esta preocupação por parte dos cirurgiões, embora estejamos na “era dos antibióticos”. Imaginem os leitores na década de 30 do século passado. O Dr. Jésse Teixeira usou a autohemotransfusão na época, principalmente para prevenir e combater as infecções pulmonares. E não provocar MONOCITOSE, muito menos TUBERCULOSE, como insinua o parecer do CFM. Trata-se então de um erro grave, de uma grande incorreção.

9ª – Por que a análise é incompleta? No trabalho do Dr. Luiz Moura existe a afirmação de que o Dr. Jésse Teixeira estudou o uso da autohemotransfusão em coelhos. Fez experiências em coelhos portanto. No parecer do CFM nada consta sobre tais experiências. Por quê? Porque o parecer do CFM baseou-se em uma publicação incompleta. O (s) parecerista (s) não procuraram localizar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, no qual tais experiências podem ser encontradas. Por si só, o uso de animais, no caso o uso de coelhos, por parte do Dr. Jésse Teixeira, em suas experiências com a autohemotransfusão, mais uma vez desqualifica a argumentação do (s) parecerista (s) sobre o famoso efeito placebo. A autohemotransfusão foi usada em animais há muito tempo em pesquisas científicas.

Enfatizamos mais uma vez que o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, o principal documento não foi analisado pelo (s) parecerista (s). O parecer do CFM afirma isto. Erro confesso.

10ª – Por causa da auto-hemoterapia, nos nossos artigos, haveremos ainda de falar muito sobre a medula óssea. Compulsoriamente. E o que é medula? Façamos uma pequena definição anatômica: é a substância que enche o interior dos ossos; tutano. No sentido figurado: o que há de melhor em alguma coisa; o essencial; a parte mais íntima. No parecer do CFM falta o essencial.

Figurativamente, considere-se o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira como sendo uma cabeça. Como o parecer do CFM foi feito sem analisar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, podemos dizer que o parecer do CFM foi feito sem analisar a cabeça. Como todos sabemos, o corpo humano é constituído de cabeça, tronco e membros. Pois bem. O documento oficial (o parecer do CFM), só tem tronco e membros.

O parecer do CFM “não tem cabeça”. Se não tem cabeça é anencéfalo – permitam-me usar uma palavra que está na moda. Se é anencéfalo estamos diante de um caso de anencefalia. E, segundo recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), (f*) anencéfalos devem ser extirpados.

11ª – É no trabalho científico completo, é no trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, que podemos encontrar o essencial, a parte mais íntima, o que há de melhor em alguma coisa. Estamos diante um parecer incompleto, estamos diante de um documento oficial incompleto, estamos diante de um parecer portador de anencefalia. Mas, ao invés de propor sua extirpação, sendo mais tolerantes, propomos apenas sua anulação, o que poderá oportunizar a qualquer momento uma ampla revisão.

12ª – Sendo um parecer incompleto (porquanto não existe o “trabalho original do Dr. Jésse Teixeira”), o parecer passa a ter pouco valor científico. Se tem pouco valor científico ele deve ser considerado nulo. Sendo considerado nulo ele passa a não ser válido. Então, se não é válido, não tem existência legal.

13ª – Ultrassonograficamente – não confundir com microscopicamente – comprovemos se é ou não é uma anencefalia: “Não foi possível obter o trabalho do Dr. Jésse Teixeira na revista em que foi publicado. Segundo consta, o artigo foi originalmente publicado na revista Brasil Cirúrgico 3: 213-230, 1940”. (página 11 (onze) do parecer). (1). A ultrassonografia comprovou: é anencefalia.

No próximo texto a 3ª parte do artigo 95, cujo subtítuto é “O Silêncio dos Inocentes, (a*) O Silêncio dos Culpados…. (b*) e a Anencefalia.” (c*).

Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

Aracaju, 03 de maio de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… 95 (3ª Parte)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

“O Silêncio dos Inocentes, (a*) O Silêncio dos Culpados… (b*) e A Anencefalia”. (c*).

“Ato Médico” 4 – Neste “ato”, o Dr. Jésse Teixeira também afirma que o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL é ativado pela auto-hemoterapia.

“Ato Médico” 5 – Neste “ato”, o Dr. Jésse Teixeira afirma que o Dr. METTENLEITER fez uso da auto-hemoterapia em seus pacientes, obtendo bons resultados.

“Ato Médico” 6 – Neste “ato”, o (s) parecerista (s) afirma (m) que “autohemotransfusão” é sinônimo de auto-hemoterapia.

“Ato Médico” 7 – Neste “ato”, o (s) parecerista (s) afirma (m) que o Dr. Ricardo Veronesi, além de médico, foi professor também.

Concluída a análise crítica dos 7 (sete) primeiros “atos médicos”, permitam-me esclarecer o significado das letras e seus respectivos asteriscos. Outros “atos médicos” ainda serão mencionados.

(a*) – O Silêncio dos Inocentes – É um filme norte-americano de 1991, produzido por Jonathan Demme. É do gênero suspense policial. O roteiro é baseado no livro do mesmo nome – The Silence of the Lambs -, e foi escrito por Thomas Harris. As cenas “eletrizantes” da película podem não estimular a produção de macrófagos, mas, com certeza estimulam a produção de adrenalina.

(b*) – O Silêncio dos Culpados… – “Ato Médico” 8 – …”No entanto, foram coletadas cinco referências de publicações da década de 1930, via Archives of Medical Research (Arquivos de Pesquisa Médica): os artigos, três deles datando de 1935, um de 1934 e um de 1932, se referem ao uso da auto-hemoterapia em estados alérgicos (asma, anafilaxia e urticária). Foram eles: 1. Um informativo sobre o valor da auto-hemoterapia na asma juvenil: Maddox, K., and Back, RF.: Arquivo de Distúrbios Infantis. 10: 381, 1935 – Journal of Allergy, Volume 7, Questão 6, Setembro de 1936, Página 637. 2. Um informativo sobre o valor da auto-hemoterapia na asma juvenil: Kempson, M., and Black, RF.: Arquivo de Distúrbios Infantis. 10: 381, 1935 – Journal of Allergy, Volume 7, Questão 2, Janeiro de 1936, Página 200. 3. Auto-hemoterapia no tratamento de asma brônquica: Maddox, K., and Back, R.: M. J. Austrália 1: 277, 1935 – Journal of Allergy, Volume 6, Questão 5, Julho de 1935, Página 513… (páginas dois e três do parecer do Conselho Federal de Medicina). (1).

“Ato Médico” 9 – Menina com asma muito grave – …”Essa menina teve o que se chama mal asmático, uma coisa grave mesmo, vivia se internando para ir para o oxigênio”. …”Uma criança de 10 anos, ela aceitou muito bem, e começou o tratamento…”. …”A médica viu a receita de auto-hemoterapia e disse: isso não existe, pelo amor de Deus, não faça isso em sua filha, a senhora vai matar, e ela para mim já é como uma filha, eu gosto dela…” …”ela praticamente toda semana estava internada…” …”eu dei alta para ela, um ano depois, curada, não tinha mais nada, nunca mais teve falta de ar…”. …”porque eu dei alta e nunca mais a menina teve nada. Acabou a asma dela.” (2).

“Ato Médico” 10 – No dia 13 de fevereiro de 2012, Marcelo Dino, um menino de apenas 13 anos de idade, deu entrada no Hospital Santa Lúcia (Brasília-DF), com crise de asma. O garoto, amante de esportes, e aparentemente muito sadio, em menos de 24 horas veio a óbito, embora tenha recebido assistência médica. Os familiares, inconformados com a morte prematura do menino, pedem justica, pois eles acham que os médicos são culpados… (3).

(c*) – A Anencefalia – Ultimamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem tomado decisões que são vitais, (para uns), e que ao mesmo tempo são mortais (para outros). Após a realização de audiências públicas e exaustivos estudos, os membros daquela Corte optaram pela legalização de duas questões polêmicas: realização de pesquisas com células-tronco embrionárias humanas e a permissão para a realização de aborto de anencéfalos.

Em relação à 1ª decisão (pesquisas com células-tronco embrionárias humanas para fins terapêuticos – “Ato Médico” 11), de um lado, a “comunidade científica” – inclusive membros do CFM -, aplaudiu a decisão entusiasticamente com as palavras de ordem: Vida, Vida e Vida! Estavam todos contentes. Do outro lado, membros de entidades religiosas – inclusive católicos -, desaprovavam a decisão com refrões do tipo: Morte, Morte e Morte! Estavam todos descontentes. O episódio recebeu vasta cobertura da imprensa.

Já no caso da 2ª decisão (aborto de anencéfalos – o chamado aborto terapêutico – “Ato Médico” 12), a “comunidade científica” – com o apoio de integrantes do CFM -, aprovou a iniciativa da Suprema Corte. Ouvia-se alegremente: Vida, Vida e Vida! Por sua vez, não obstante terem sido proibidos de entrarem no recinto do STF, os inúmeros manifestantes religiosos – católicos, espíritas e protestantes – sendo contrários à legalização do aborto, condenavam o empreendimento, usando o mesmo refrão, agora mais alto: Morte, Morte e Morte! Estavam todos tristes. Os acontecimentos receberam moderada divulgação na imprensa.

Já o caso da inofensiva e vital auto-hemoterapia, por enquanto, nenhuma ação chegou ao STF, o que poderá acontecer a qualquer momento. Atualmente, a “comunidade científica” – principalmente com a colaboração e o apoio do CFM -, posiciona-se assim: “Cheque, Cheque e Cheque”. Nos dias atuais, sobre a vital auto-hemoterapia, as entidades religiosas sussurram: Vida, Vida e Vida… Sobre a vital e inofensiva auto-hemoterapia, a imprensa tem se manifestado pouco.

(d*) – Fazendo mais uma correção no parecer do CFM: o trabalho do Dr. Jésse Teixeira foi premiado em 1939 e só foi publicado em 1940. (e*) – O parecer refere-se ao Dr. Jésse Teixeira. (f*) – Supremo Tribunal Federal (STF) – Composto por 11 ministros de notável saber jurídico e reputação ilibada, é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil. É responsável pela guarda da Constituição Federal de 1988. O seu atual presidente é o sergipano Carlos Ayres de Britto.

Sinopse: “Ato Médico” 13 – “Crise de asma mata criança (O Silêncio dos Inocentes). Asma pode ser curada com auto-hemoterapia (O Silêncio dos Culpados…). Parecer do CFM é incompleto (A Anencefalia).” Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

Aracaju, 04 de maio de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Fontes: (1) – Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra – Interessado: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – Assunto: Auto-hemoterapia – Relator: Dr. Munir Massud (médico) – Brasília-DF, 26 de outubro de 2007 – páginas 2, 3, 9, 11, 12, 13, e 16 – (35 páginas). (2) – DVD/2004 – Entrevistado: Dr. Luiz Moura (médico) – Contribuição para a Saúde – Duração: 2 horas e 37 minutos. (3) – Filho do Presidente da Embratur morre em Hospital de Brasília – Do R7, em Brasília, com TV Record – 14-02-2012 às 12h30; Corpo do filho do Presidente da Embratur é enterrado nesta manhã – Agência Estado – 15-02-2012 às 17h56; Polícia investiga morte do filho do Presidente da Embratur em Brasília – G1.Globo.com – 24-03-12 às 00h56; Presidente da Embratur pede que Anvisa apure morte do filho – Do G1 – Distrito Dederal – 03-04-2012 às 17h23.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (94)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

No presente artigo deveríamos abordar a 3ª (terceira) versão sobre a gênese da auto-hemoterapia. No entanto, por causa de uma Tradução Juramentada, geneticamente mutacionada em Tradução Fidedigna, estamos temporariamente impedidos de continuar nossa missão anatômica. Devemos explicar ainda aos leitores, que dispomos de três fiéis colaboradores – por favor, não confundir com fidedignos – que são carinhosamente chamados de os 3 (três) mosqueteiros. Fisiologicamente, os 3 (três) mosqueteiros são assim classificados: 1º mosqueteiro – “Bisturí, a Máfia Branca”. (a*). 2º mosqueteiro – “Um Estranho no Ninho”. (b*). 3º mosqueteiro – “O Jardineiro Fiel”. (c*).

Ausente a Tradução Juramentada e ausente a Tradução Fidedigna, para não quebrarmos um acôrdo de sangue, um pacto de sangue e um juramento de sangue, estamos sendo forçados a substituir a 3ª (terceira) versão sobre a gênese da auto-hemoterapia (de relevante valor histórico), por assuntos citológicos e alguns fenômenos correlatos. Antecipadamente, pedimos aos nossos leitores escusas macrofágicas, metabólicas, microscópicas e morfológicas. Pode ser até que a maioria dos leitores não estejam entendendo a mensagem “criptografada”, agora os 3 (três) mosqueteiros devem entender do assunto muito bem. Espero.

No campo esperto da política é um pouco difícil criar-se um neologismo. Mesmo assim os nossos “nobres” políticos criaram o “mensalão”. Sim, todos nós sabemos o que é mês, o que é mensal, e o que é mensalidade. Mas, o que é mensalão?… Curiosamente o neologismo “pegou”. Com a última palavra o Supremo Tribunal Federal (STF).

No terreno misterioso da química a coisa é bem mais fácil. Basta tirar-se um átomo de uma molécula, e colocá-lo em outro lugar da mesma molécula, aí então, terá surgido um neologismo – quase sempre um novo “palavrão”. Contudo, na química, o neologismo é difícl de “pegar”.

Já na seara oficial da medicina também é relativamente fácil criar-se neologismos. É o que veremos mais adiante.

No trabalho científico do cirurgião norte-americano Dr. Michael W. Mettenleiter, intitulado “Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications” (o trabalho é de 1936), a palavra MONÓCITO aparece 3 (três) vezes, mas a palavra MONOCITOSE não aparece de maneira nenhuma. (1).

No brilhante trabalho científico do famoso cirurgião brasileiro Dr. Jésse Teixeira, intitulado “Autohemotransfusão: Complicações Pulmonares Postoperatórias – Contribuição à sua Prophylaxia” (o trabalho é de 1939), o termo MONÓCITO surge 4 (quatro) vezes, no entanto o termo MONOCITOSE não surge de forma alguma. (2).

No profundo e moderno – moderno em relação aos dois anteriores – trabalho científico do célebre imunologista brasileiro Dr. Ricardo Veronesi, intitulado “Imunoterapia: O impacto médico do século” (o trabalho é de 1976), o vocábulo MONÓCITO aflora 1 (uma) única vez, todavia o vocáculo MONOCITOSE não aflora de jeito nenhum. (3).

No notável trabalho científico do ilustre médico brasileiro Dr. Luiz Moura, intitulado “Auto-hemoterapia – Contribuição para a Saúde” (o trabalho é de 2004), a palavra MONÓCITO apresenta-se 1 (uma) única vez, entrementes a palavra MONOCITOSE não apresenta-se sob hipótese alguma. (4).

No parecer do Conselho Federal de Medicina – CFM, “intitulado” “Autohemoterapia – Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra” (o parecer é de 2007), o termo MONÓCITO não aparece, mas, curiosamente, no “científico” parecer oficial, o termo MONOCITOSE aparece 3 (três) vezes. Ou seja, MONOCITOSE, MONOCITOSE e MONOCITOSE. (5).

Nos 4 (quatro) primeiros trabalhos científicos (1936, 1939, 1976 e 2004), elaborados por 4 (quatro) distintos médicos, enquanto a palavra MONÓCITO apareceu 9 (nove) vezes, a palavra MONOCITOSE não aparece de jeito nenhum. Todavia no parecer do CFM (2007), cujo relator é o médico Dr. Munir Massud, a “neológica” MONOCITOSE surge 3 (três) repetitivas vezes. Neologismo? Método científico? Confusão? Evidência científica? Sugestão? Rigor científico? Efeito Placebo? Valor científico?

Vejamos como a “intravascular” MONOCITOSE surge no parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM):

“A afirmação de que o Sistema Retículo Endotelial é poderosamente estimulado pela auto-hemotransfusão e que isso é, em parte, comprovado pelo aumento do número de macrófagos na vesícula cutânea produzida pela inflamação induzida pela cantaridina, carece de explicações mais aprodundadas. A MONOCITOSE acompanha a neutrofilia nos processos inflamatórios, é mais tardia e persiste na convalescença (Failace, 2003). O autor (d*) não oferece uma análise crítica desses dados e nem há estudos a esse respeito. Ao que parece, a MONOCITOSE que surge em certos processos infecciosos é inconstante e de baixo valor preditivo, tanto que nas formas cavitárias e ganglionares da tuberculose há MONOCITOSE acompanhada de neutrofilia. Esse mecanismo parece carecer de estudos rigorosos e só pode ser tido como meramente conjectural.” (página 15).

No mirabolante texto acima, que faz parte do parecer do CFM (página 15), o leitor mais atento poderá observar as expressões inflamação, MONOCITOSE, neutrofilia, processos inflamatórios, processos infecciosos, e tuberculose. Nos trabalhos científicos dos médicos Dr. Michael W. Mettenletter, Dr. Jésse Teixeira, Dr. Ricardo Veroseni e Dr. Luiz Moura, o vocábulo neutrofilia também não aparece de maneira alguma. Neologismo? Método científico? Confusão? Evidência científica? Sugestão? Rigor científico? Efeito placebo? Valor científico?

INFLAMAÇÃO? MONOCITOSE? NEUTROFILIA? PROCESSOS INFLAMATÓRIOS? PROCESSOS INFECCIOSOS? TUBERCULOSE? Os pacientes leitores podem ficar completamente tranquilos, porquanto, continuamos afirmando que a auto-hemoterapia é um processo SIMPLES, a auto-hemoterapia é BARATA (custo baixíssimo), a auto-hemoterapia é uma terapia absolutamente INOFENSIVA (desde que corretamente aplicada), na auto-hemoterapia NÃO EXISTE EFEITO PLACEBO, a auto-hemoterapia é uma terapia SECULAR e a auto-hemoterapia não ocasiona nenhum dos fenômenos acima mencionados, provocativamente citados no parecer do CFM. Aqui, o provocativamente é apenas uma suposição. Será?

Desconfia-se então, que o autor ou os autores do parecer, não sabendo explicar o “misterioso” aumento do número de macrófagos, e não querendo aceitar que a auto-hemoterapia possa realmente aumentar o número de macrófagos, enveredou-se pelo caminho “tortuoso” da MONOCITOSE, associando tal fenômeno (MONOCITOSE) – amplamente conhecido e reconhecido pela “comunidade científica” e pela maioria da classe médica – à inflamação, à infecção, à neutrofilia e até à tuberculose. Querer associar a auto-hemoterapia à MONOCITOSE e à NEUTROFILIA é querer associar a inofensiva auto-hemoterapia à mortais infecções, o que não deixa de ser um absurdo científico. Péssimo exemplo médico.

Descoberto o verdadeiro propósito, descarta-se a hipótese do “criacionismo neológico”.

Ao insinuar que a inofensiva auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, o parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM), supostamente científico, mais uma vez denigre a imunologia, acrescentando-se ainda, que amputa a hematologia, mutila a infectologia, aliena milhares de médicos desavisados, amordaça parte significativa da imprensa, e deixa milhões de brasileiros entregues à dor, ao sofrimento e à morte.. Péssimo ato médico.

Contudo, queremos crer ainda, que provavelmente, o (s) parecerista (s) confundiram o fenômeno conhecido como MONOCITOSE com o fenômeno “pouco” conhecido da MACROFAGOCITOSE (de macrófago), em que pese os longos e profundos estudos já realizados sobre as principais funções do SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL (S.R.E.), sistema este, abordado pelos 4 (quatro) distintos médicos, em seus respectivos trabalhos científicos, nos quais, afirmam eles por unanimidade, haver uma íntima relação entre SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL (S.R.E.), MACRÓFAGOS e o fortalecimento das atividades do SISTEMA IMUNOLÓGICO.

Do ponto de vista imunológico, a distância entre a MONOCITOSE e a MACROFAGOCITOSE é quilométrica. Lembramos aos atenciosos leitores a criação da lupa, a invenção do microscópio óptico, a evolução da microscopia eletrônica, e o avanço espantoso da nanotecnologia. Então, à luz da ciência – inclusive da imunologia – é preciso diferenciarmos muito bem a MONOCITOSE da MACROFAGOCITOSE. É o que veremos em outro (s) artigo (s).

MACROFAGOFILIA neles, abaixo o efeito placebo, abaixo a MONOCITOSE e acima a inofensiva auto-hemoterapia. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

(a*) – Um filme “proibido” pelas entidades médicas no início da década de 70, no Brasil. (b*) – Um filme. (c*) – Outro filme interessante. (d*) – O autor, a que se refere o parecer do CFM, é o Dr. Jésse Teixeira, falecido há muito tempo.

Aracaju, 26 de abril de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Fontes: (1) – Autohemotransfusion In Preventing Postoperative Lung Complications – Dr. Michael W. Mettenleiter (médico) – M.D., F.A.C.S. – Instructor in Surgery, New York Post-Graduate Hospital Medical School and Hospital – New York – American Journal of Surgery – Maio de 1936 – Páginas 321, 323 e 323 – (2) – Autohemotransfusão: Complicações Pulmonares Postoperatórias – Contribuição à sua Prophylaxia – Dr. Jésse Teixeira – Trabalho premiado pela Sociedade Acadêmica de Medicina e Cirurgia – premio de Cirurgia de 1939 – Publicado em Brasil – Cirurgico – VOL II – MARÇO de 1940 – NUM: 3 – Orgão Oficial da Sociedade Medico-Cirúrgica do Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro – Fundadores: Profs. : Brandão Filho e Oswaldo de Araújo – Diretor-responsável – Prof. Oswaldo de Araújo. (3) – Imunoterapia: O impacto médico do século – Dr. Ricardo Veronesi* (médico) – Medicina de Hoje – Março de 1976 – (9 páginas). * Entre outros títulos, Dr. Veronesi foi Ex-fellow da “The Rockefeller Foundation”, Consultor da Academia de Ciências dos Estados Unidos e Membro do Comitê de Peritos em Doenças Bacterianas da Organização Mundial da Saúde. (4) – Auto-hemoterapia – Contribuição para a saúde – DVD/2004 – Dr. Luiz Moura (médico) – Duração: 2 horas e 37 minutos. (5) – Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra – Interessado: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – Assunto: Auto-hemoterapia – Relator: Dr. Munir Massud (médico) – página 15 – Brasília-DF, 26 de outubro de 2007 – (35 páginas).

http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-jmc94.htm