Auto-hemoterapia para enfrentar vírus HIV.

Descobridor do HIV diz que virus sozinho não provoca AIDS.

As pessoas que mantém o sistema imunológico saudável conseguem se livrar naturalmente até do vírus da AIDS. E a melhor forma de manter o organismo em condições de enfrentar esses riscos do HIV é fazer a auto-hemoterapia, que eleva a imunidade do organismo ao máximo por cinco dias a cada aplicação e volta ao normal gradativamente entre o sexto e sétimo dia. A constatação sobre a imunidade é do descobridor do vírus HIV, Luc Montagnier, que recentemente concedeu entrevista bombástica afirmando que a AIDS não é provocada somente pelo vírus, mas precisa de outras circunstâncias.

Na entrevista o cientista, que é também ganhador do Premio Nobel de Medicina afirma acreditar que “nós podemos ser expostos ao HIV muitas vezes sem ficarmos infectados cronicamente”. Segundo ele, “Nosso sistema imunológico irá se livrar do vírus dentro de poucas semanas, se você tiver um bom sistema imunológico”. Isso significa que todo aparato de enfrentamento da AIDS pode ter sido apenas uma forma de enriquecer determinados setores da área médica e farmacêutica. Coisa que a imprensa não questionou nem investigou desde a descoberta do vírus.

Luc Montagnier, 81 anos, é o virologista e médico francês que em 1983 descobriu com a sua equipe, nos laboratórios do Instituto Pasteur, o retrovírus da Síndrome da imunodeficiência adquirida, inicialmente designado LAV, e que em 1986 recebeu o nome de VIH-HIV. Foi galardoado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2008. Já em 2009, no Parlamento Europeu, durante a conferência dedicada ao “Futuro da investigação biomédica no século XXI” opinou que “o principal objetivo da investigação científica do VIH devia ser a criação de uma vacina terapêutica”, e que “não nos devemos centrar na vacina preventiva”.

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Ainda continua sendo um tabu.

Achei esse assunto de muita importância, principalmente para as mulheres. Ainda existem pessoas que não consideram o ato sexual como um prazer a dois. Vale a pena saber sobre esses, antes “segredos” agora desvendados pela ciência moderna. Espero que seja útil a todas as mulheres, inclusive aos homens.

PARECER DO CFM SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA
É “ANENCÉFALO”, AFIRMA MÉDICO SERGIPANO

— Walter Medeiros – waltermedeiros@supercabo.com.br

Um artigo do médico sergipano Jorge Martins Cardoso, dividido em três partes, mostra detalhadamente aspectos falhos do Parecer Nº 12/2007 do Conselho Federal de Medicina – CFM que proibiu o uso da Auto-hemoterapia pelos médicos brasileiros, o qual considera “bastante duvidoso”, “incompleto” e “claudicante”. Ele critica o CFM por “não ter analisado o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira – o qual foi publicado na Revista Brasil Cirúrgico e traduzido para o francês e o inglês”.

Observa que tal lacuna é inadmissível a quem defende a comprovação científica das terapias, destacando que a referida falha se dá “Diante de um assunto desta magnitude, que interessa à saúde de milhões de pessoas, diante de uma matéria deste quilate, que é fundamental para a vida de milhões de brasileiros e diante de um tema que envolve bilhões de dólares, (…) (o parecer) está incompleto de berço”.

Conforme vem sendo mostrado nos últimos anos, Auto-hemoterapia é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos e passou a ser mais discutida e difundida depois da divulgação, a partir de 2004, de um DVD explicando a técnica e mostrando inúmeros de casos de cura de doenças com uso da técnica receitada pelo Dr. Luiz Moura, do Rio de Janeiro.

DISTORÇÃO

Segundo o Dr. Cardoso, “o pesquisador Jésse Teixeira é reconhecido internacionalmente e por isso mesmo é que o seu trabalho original deveria ter sido minuciosamente analisado pelo CFM, o que não foi feito”. Por isto, e por outras razões que explica em seu artigo, o médico sergipano continua afirmando que “o parecer do CFM é incompleto, duvidoso, superficial e insustentável”. Assegura que “tanto a “Análise do trabalho “Complicações Pulmonares” de Jésse Teixeira” como a “Análise do estudo do Dr. Jésse Teixeira” estão incorretas e incompletas”.

Em artigo anterior, Dr. Cardoso analisa histórica e cientificamente termo usado de forma forçada no Parecer do CFM, para denegrir a AHT. Adverte que “Ao insinuar que a inofensiva auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, o parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM), supostamente científico, mais uma vez denigre a imunologia, amputa a hematologia, mutila a infectologia, aliena milhares de médicos desavisados, amordaça parte significativa da imprensa, e deixa milhões de brasileiros entregues à dor, ao sofrimento e à morte”. Esclarece que “O parecer do CFM insinua que a auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, numa tentativa de associar a auto-hemoterapia com infecções”, mostrando que “Dr. Jésse Teixeira não menciona MONOCITOSE sob hipótese alguma”.

ANENCEFALIA

Indagando “Por que a análise é incompleta?”, o articulista estranha que o parecer não tenha procurado localizar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, no qual podem ser encontradas experiências com o uso de animais, no caso o uso de coelhos, o que desqualifica a argumentação sobre o famoso efeito placebo. “Como o parecer do CFM foi feito sem analisar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, podemos dizer que o parecer do CFM foi feito sem analisar a cabeça. Como todos sabemos, o corpo humano é constituído de cabeça, tronco e membros. Pois bem. O documento oficial (o parecer do CFM), só tem tronco e membros”.

O parecer do CFM “não tem cabeça”. Se não tem cabeça é anencéfalo – permitam-me usar uma palavra que está na moda. Estamos diante um parecer incompleto, estamos diante de um documento oficial incompleto, estamos diante de um parecer portador de anencefalia. Mas, ao invés de propor sua extirpação, sendo mais tolerantes, propomos apenas sua anulação, o que poderá oportunizar a qualquer momento uma ampla revisão” – conclui.

Para ler os artigos do Dr. Jorge Martins Cardoso, basta acessar o link http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-jmc.htm

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos…

Artigo Nº 95 (1ª Parte)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

“O Silêncio dos Inocentes, (a*) o Silêncio dos Culpados… (b*) e a Anencefalia.” (c*).

“Ato Médico” 1 – …”Outro documento é da lavra do Dr. Luiz Moura, que consta de uma exposição didática da auto-hemoterapia, iniciando por uma definição do procedimento, seguida de sumário, histórico e ação terapêutica. Uma apresentação em vídeo existe e foi assistida pelo parecerista, onde o Dr. Luiz Moura, disserta sobre auto-hemoterapia em linguagem simples”. …”Defende o preclaro colega que a auto-hemoterapia é um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo do mesmo paciente. Afirma que esse procedimento estimula o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL, quadruplicando os MACRÓFAGOS em todo o organismo”. (página nove do parecer do CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA – CFM). (1).

“Ato Médico” 2 – …”De grande interesse é a sua informação de que foi o ilustre cirugião brasileiro, Dr. Jésse Teixeira quem “provou que o S. R. E. era ativado pela auto-hemoterapia, em seu trabalho publicado e premiado em 1940 na Revista Brasil Cirúrgico”. (d*). – (página nove do parecer do CFM). (1).

“Ato Médico” 3 – Análise do estudo do Dr. Jésse Teixeira – Não foi possível obter o trabalho do Dr. Jésse Teixeira na revista em que foi publicado. Segundo consta, o artigo foi originalmente publicado na Revista Brasil Cirúrgico 3: 213-230, 1940. A análise seguinte foi baseada nos dados disponíveis em http:/www.orientacoesmedicas.com.br/autohemotransfusao_drjesseteixeira1940..pdf, (página onze do parecer). (1).

“Ato Médico” 4 – …”O autor (e*) cita METTENLEITER, segundo o qual: “as complicações pulmonares podem surgir, com qualquer espécie ou método de anestesia, mas a ausência de acometimentos pulmonares, em nossa série, prova que a autohemotransfusão e não o tipo de anestesia, responde pelos bons resultados”. (página doze do parecer). (1).

“Ato Médico” 5 – …”Quando trata da profilaxia dessas complicações, o insigne cirurgião articulista ressalta que existe um recurso da mais alta valia e que pode ser vantajosamente empregado nas cirurgias de urgência e eletivas e chama a esse recurso de “autohemotransfusão”, a constar da administração intramuscular de 20 ml de sangue imediatamente após ter sido retirado de uma veia da prega do cotovelo, depois da operação, estando o doente ainda na mesa de operação. Tal procedimento é, pois, absolutamente idêntico ao que neste parecer se convencionou chamar de auto-hemoterapia propriamente dita”. (página treze do parecer). (1).

“Ato Médico” 6 – …”Desnecessário salientar que o Dr. Jésse Teixeira foi um ilustre cirurgião brasileiro. Seu nome, reconhecido internacionalmente, é respeitado por tudo o que ele realizou enquanto eminente cirurgião torácico e educador. No afã de ajudar os seus pacientes numa época ainda carente de recursos terapêuticos para tratar as infecções, entusiasmou-se pela auto-hemoterapia e realizou um estudo que lhe trouxe ânimo e esperança e que lhe pareceu justificável utilizar numa época carente de recursos terapêuticos”. (página dezesseis do parecer). (1).

“Ato Médico” 7 – …”Trabalho de Revisão do Professor Ricardo Veronesi”. (página dezesseis do parecer). (1).

O que os leitores calmamente leram acima, consta no parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM), que é considerado a “Suprema Corte de Medicina” no Brasil, órgão ligado ao governo federal e, por conseguinte, patenteia-se que o parecer é um documento oficial. Aos leitores mais exigentes informamos que tal documento encontra-se disponível na internet.

Vamos à uma análise crítica dos “Atos Médicos”:

“Ato Médico” 1 – Neste “ato”, fica cristalino que o Dr. Jésse Teixeira foi realmente um grande cirurgião. O que nós não sabíamos é que ele era reconhecido internacionalmente, que foi um cirurgião torácico e que foi também um educador, informações estas que não constam explicitamente no trabalho do Dr. Luiz Moura. É possível que o (s) parecerista (s) tenham obtido tais informações junto ao Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ), visto que o mesmo é subordinado ao Conselho Federal de Medicina, e que aquele vivia às turras, há um bom tempo, com o Dr. Luiz Moura. Tudo bem. No caso, o que vem a ser realmente mais importante é que, mais uma vez, o Dr. Luiz Moura está correto em suas informações quando diz no DVD: …”O trabalho do Jésse Teixeira, que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou num prêmio de cirurgia, no maior prêmio, de um trabalho publicado em 1940, e que foi traduzido em duas línguas, para o francês e para o inglês”. (2). Então, fica mais do que evidente que um trabalho publicado em português, francês e inglês, só poderia ter transformado o Dr. Jésse Teixeira numa personalidade reconhecida internacionalmente. Resta saber onde se encontram os três respectivos trabalhos originais nos três diferentes idiomas (português, francês e inglês).

“Ato Médico” 2 – Neste “ato”, o documento oficial afirma que existe um DVD sobre a auto-hemoterapia, o parecer do Conselho Federal de Medicina afirma que o relator assistiu ao DVD sobre a auto-hemoterapia, e ainda, o parecer do CFM informa que o Dr. Luiz Moura afirma que a auto-hemoterapia estimula o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL, quadruplicando os MACRÓFAGOS em todo o organismo.

“Ato Médico” 3 – Este “ato” merece as seguintes considerações: 1ª – “Diante de um assunto desta magnitude, que interessa à saúde de milhões de pessoas, diante de uma matéria deste quilate, que é fundamental para a vida de milhões de brasileiros e diante de um tema que envolve bilhões de dólares – há quem diga que o bolso é a parte mais sensível do homem -, ao não ter analisado o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira – o qual foi publicado na Revista Brasil Cirúrgico e traduzido para o francês e o inglês -, o parecer do CFM começa extremamente claudicante, pois, está incompleto de berço, e, se está incompleto é portanto bastante duvidoso.. 2ª – Uma prova incontestável de que o parecer do CFM é incompleto, encontra-se no depoimento do Dr. Luiz Moura, quando ele diz: …”então ele fez isso em coelhos. Ele fez a auto-hemoterapia em coelhos e verificou que terminava a ação da auto-hemoterapia quando o sangue terminava, porque ele sacrificava os coelhos e verificava, bom, voltou de novo ao 5%, foi ver o local que tinha sido aplicado o sangue e já não existia mais sangue”. (2).

3ª – O (s) parecerista (s) do CFM fizeram uma análise baseada em uma publicação disponível na internet, – que não corresponde ao trabalho original do Dr. Jésse Teixeira -, na qual não há a menor alusão à pesquisa com coelhos. Em relação à auto-hemoterapia, Dr. Jésse Teixeira realizou pesquisas em seres humanos e pesquisas em coelhos. 4ª – Em relação à auto-hemoterapia, mais uma vez chamamos a atenção dos leitores para o fato de que, os estudos do Dr. Jésse Teixeira foram publicados em três diferentes idiomas (português, francês e inglês). 5ª – O trabalho do médico, do cirurgião torácico, do estudioso, do pesquisador Jésse Teixeira é reconhecido internacionalmente, por isso mesmo, é que o seu trabalho original é que deveria ter sido minuciosamente analisado pelo (s) parecerista (s) do CFM. O que não foi feito. Fato que não ocorreu.

No próximo texto a 2ª parte do artigo 95, cujo subtítulo é “O Silêncio dos Inocentes, (a*), O Silêncio dos Culpados… (b*) e a Anencefalia.” (c*).

Aracaju, 02 de maio de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… 95 (2ª Parte)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

“O Silêncio dos Inocentes, (a*) O Silêncio dos Culpados… (b*) e a Anencefalia. (c*).

6ª – Por isto, e por outras razões que veremos mais adiante, continuamos afirmando que o parecer do CFM é incompleto, duvidoso, superficial e insustentável (o efeito placebo que o diga). Acrescente-se ainda, e desde já, a provocativa MONOCITOSE, contida no parecer daquela “Corte”, fenômeno este que absolutamente não existe, quando as pessoas usufluem dos benefícios da auto-hemoterapia.

7ª – No documento oficial (parecer do CFM), tanto a “ANÁLISE DO TRABALHO “COMPLICAÇÕES PULMONARES” DE JÉSSE TEIXEIRA” como a “Análise do estudo do Dr. Jésse Teixeira” estão incorretas e incompletas.

Por que está incorreta? No trabalho do Dr. Jésse Teixeira (que se encontra disponível na internet e que o (s) parecerista (s) utilizaram para a análise), existe a afirmação de que “o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL de ASCHOFF-LANDAU também é poderosamente estimulado pela autohemotransfusão”. A seguir o Dr. Jésse Teixeira apresenta 3 (três) experiências que provam essa afirmação.

A primeira delas refere-se ao uso de um emplastro de cantáridas, colocado sobre a pele da coxa, e que determina a formação de pequena vesícula. “Pois bem, se aspiramos o conteúdo dessa vesícula num tubo em U e o centrifugarmos, depois de seco e corado, a contagem diferencial nos revelará uma incidência de monócitos por volta de 5%”. Acrescenta ainda Dr. Jésse Teixeira: “Após a autohemotransfusão, a cifra de monócitos, no conteúdo da vesícula, se eleva em oito horas para 22%”. O trabalho do Dr. Jésse Teixeira se refere ao número de monócitos encontrados no conteúdo da vesícula (não confundir com sangue, muito menos com sangue periférico), que aqui recebem o nome de macrófagos. O parecer do CFM insinua que a auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, numa tentativa de associar a auto-hemoterapia com infecções. Dr. Jésse Teixeira não menciona MONOCITOSE sob hipótese alguma.

8ª – O trabalho do Dr. Jésse Teixeira diz: “Com o intuito de contribuir para o estudo das complicações pulmonares pós-operatórias, principalmente no que se refere à sua profilaxia”. Em operados, todos nós sabemos, uma das complicações mais frequentes são as infecções pulmonares que ocorrem após a cirurgia. Ainda hoje existe esta preocupação por parte dos cirurgiões, embora estejamos na “era dos antibióticos”. Imaginem os leitores na década de 30 do século passado. O Dr. Jésse Teixeira usou a autohemotransfusão na época, principalmente para prevenir e combater as infecções pulmonares. E não provocar MONOCITOSE, muito menos TUBERCULOSE, como insinua o parecer do CFM. Trata-se então de um erro grave, de uma grande incorreção.

9ª – Por que a análise é incompleta? No trabalho do Dr. Luiz Moura existe a afirmação de que o Dr. Jésse Teixeira estudou o uso da autohemotransfusão em coelhos. Fez experiências em coelhos portanto. No parecer do CFM nada consta sobre tais experiências. Por quê? Porque o parecer do CFM baseou-se em uma publicação incompleta. O (s) parecerista (s) não procuraram localizar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, no qual tais experiências podem ser encontradas. Por si só, o uso de animais, no caso o uso de coelhos, por parte do Dr. Jésse Teixeira, em suas experiências com a autohemotransfusão, mais uma vez desqualifica a argumentação do (s) parecerista (s) sobre o famoso efeito placebo. A autohemotransfusão foi usada em animais há muito tempo em pesquisas científicas.

Enfatizamos mais uma vez que o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, o principal documento não foi analisado pelo (s) parecerista (s). O parecer do CFM afirma isto. Erro confesso.

10ª – Por causa da auto-hemoterapia, nos nossos artigos, haveremos ainda de falar muito sobre a medula óssea. Compulsoriamente. E o que é medula? Façamos uma pequena definição anatômica: é a substância que enche o interior dos ossos; tutano. No sentido figurado: o que há de melhor em alguma coisa; o essencial; a parte mais íntima. No parecer do CFM falta o essencial.

Figurativamente, considere-se o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira como sendo uma cabeça. Como o parecer do CFM foi feito sem analisar o trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, podemos dizer que o parecer do CFM foi feito sem analisar a cabeça. Como todos sabemos, o corpo humano é constituído de cabeça, tronco e membros. Pois bem. O documento oficial (o parecer do CFM), só tem tronco e membros.

O parecer do CFM “não tem cabeça”. Se não tem cabeça é anencéfalo – permitam-me usar uma palavra que está na moda. Se é anencéfalo estamos diante de um caso de anencefalia. E, segundo recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), (f*) anencéfalos devem ser extirpados.

11ª – É no trabalho científico completo, é no trabalho original do Dr. Jésse Teixeira, que podemos encontrar o essencial, a parte mais íntima, o que há de melhor em alguma coisa. Estamos diante um parecer incompleto, estamos diante de um documento oficial incompleto, estamos diante de um parecer portador de anencefalia. Mas, ao invés de propor sua extirpação, sendo mais tolerantes, propomos apenas sua anulação, o que poderá oportunizar a qualquer momento uma ampla revisão.

12ª – Sendo um parecer incompleto (porquanto não existe o “trabalho original do Dr. Jésse Teixeira”), o parecer passa a ter pouco valor científico. Se tem pouco valor científico ele deve ser considerado nulo. Sendo considerado nulo ele passa a não ser válido. Então, se não é válido, não tem existência legal.

13ª – Ultrassonograficamente – não confundir com microscopicamente – comprovemos se é ou não é uma anencefalia: “Não foi possível obter o trabalho do Dr. Jésse Teixeira na revista em que foi publicado. Segundo consta, o artigo foi originalmente publicado na revista Brasil Cirúrgico 3: 213-230, 1940”. (página 11 (onze) do parecer). (1). A ultrassonografia comprovou: é anencefalia.

No próximo texto a 3ª parte do artigo 95, cujo subtítuto é “O Silêncio dos Inocentes, (a*) O Silêncio dos Culpados…. (b*) e a Anencefalia.” (c*).

Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

Aracaju, 03 de maio de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… 95 (3ª Parte)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

“O Silêncio dos Inocentes, (a*) O Silêncio dos Culpados… (b*) e A Anencefalia”. (c*).

“Ato Médico” 4 – Neste “ato”, o Dr. Jésse Teixeira também afirma que o SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL é ativado pela auto-hemoterapia.

“Ato Médico” 5 – Neste “ato”, o Dr. Jésse Teixeira afirma que o Dr. METTENLEITER fez uso da auto-hemoterapia em seus pacientes, obtendo bons resultados.

“Ato Médico” 6 – Neste “ato”, o (s) parecerista (s) afirma (m) que “autohemotransfusão” é sinônimo de auto-hemoterapia.

“Ato Médico” 7 – Neste “ato”, o (s) parecerista (s) afirma (m) que o Dr. Ricardo Veronesi, além de médico, foi professor também.

Concluída a análise crítica dos 7 (sete) primeiros “atos médicos”, permitam-me esclarecer o significado das letras e seus respectivos asteriscos. Outros “atos médicos” ainda serão mencionados.

(a*) – O Silêncio dos Inocentes – É um filme norte-americano de 1991, produzido por Jonathan Demme. É do gênero suspense policial. O roteiro é baseado no livro do mesmo nome – The Silence of the Lambs -, e foi escrito por Thomas Harris. As cenas “eletrizantes” da película podem não estimular a produção de macrófagos, mas, com certeza estimulam a produção de adrenalina.

(b*) – O Silêncio dos Culpados… – “Ato Médico” 8 – …”No entanto, foram coletadas cinco referências de publicações da década de 1930, via Archives of Medical Research (Arquivos de Pesquisa Médica): os artigos, três deles datando de 1935, um de 1934 e um de 1932, se referem ao uso da auto-hemoterapia em estados alérgicos (asma, anafilaxia e urticária). Foram eles: 1. Um informativo sobre o valor da auto-hemoterapia na asma juvenil: Maddox, K., and Back, RF.: Arquivo de Distúrbios Infantis. 10: 381, 1935 – Journal of Allergy, Volume 7, Questão 6, Setembro de 1936, Página 637. 2. Um informativo sobre o valor da auto-hemoterapia na asma juvenil: Kempson, M., and Black, RF.: Arquivo de Distúrbios Infantis. 10: 381, 1935 – Journal of Allergy, Volume 7, Questão 2, Janeiro de 1936, Página 200. 3. Auto-hemoterapia no tratamento de asma brônquica: Maddox, K., and Back, R.: M. J. Austrália 1: 277, 1935 – Journal of Allergy, Volume 6, Questão 5, Julho de 1935, Página 513… (páginas dois e três do parecer do Conselho Federal de Medicina). (1).

“Ato Médico” 9 – Menina com asma muito grave – …”Essa menina teve o que se chama mal asmático, uma coisa grave mesmo, vivia se internando para ir para o oxigênio”. …”Uma criança de 10 anos, ela aceitou muito bem, e começou o tratamento…”. …”A médica viu a receita de auto-hemoterapia e disse: isso não existe, pelo amor de Deus, não faça isso em sua filha, a senhora vai matar, e ela para mim já é como uma filha, eu gosto dela…” …”ela praticamente toda semana estava internada…” …”eu dei alta para ela, um ano depois, curada, não tinha mais nada, nunca mais teve falta de ar…”. …”porque eu dei alta e nunca mais a menina teve nada. Acabou a asma dela.” (2).

“Ato Médico” 10 – No dia 13 de fevereiro de 2012, Marcelo Dino, um menino de apenas 13 anos de idade, deu entrada no Hospital Santa Lúcia (Brasília-DF), com crise de asma. O garoto, amante de esportes, e aparentemente muito sadio, em menos de 24 horas veio a óbito, embora tenha recebido assistência médica. Os familiares, inconformados com a morte prematura do menino, pedem justica, pois eles acham que os médicos são culpados… (3).

(c*) – A Anencefalia – Ultimamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem tomado decisões que são vitais, (para uns), e que ao mesmo tempo são mortais (para outros). Após a realização de audiências públicas e exaustivos estudos, os membros daquela Corte optaram pela legalização de duas questões polêmicas: realização de pesquisas com células-tronco embrionárias humanas e a permissão para a realização de aborto de anencéfalos.

Em relação à 1ª decisão (pesquisas com células-tronco embrionárias humanas para fins terapêuticos – “Ato Médico” 11), de um lado, a “comunidade científica” – inclusive membros do CFM -, aplaudiu a decisão entusiasticamente com as palavras de ordem: Vida, Vida e Vida! Estavam todos contentes. Do outro lado, membros de entidades religiosas – inclusive católicos -, desaprovavam a decisão com refrões do tipo: Morte, Morte e Morte! Estavam todos descontentes. O episódio recebeu vasta cobertura da imprensa.

Já no caso da 2ª decisão (aborto de anencéfalos – o chamado aborto terapêutico – “Ato Médico” 12), a “comunidade científica” – com o apoio de integrantes do CFM -, aprovou a iniciativa da Suprema Corte. Ouvia-se alegremente: Vida, Vida e Vida! Por sua vez, não obstante terem sido proibidos de entrarem no recinto do STF, os inúmeros manifestantes religiosos – católicos, espíritas e protestantes – sendo contrários à legalização do aborto, condenavam o empreendimento, usando o mesmo refrão, agora mais alto: Morte, Morte e Morte! Estavam todos tristes. Os acontecimentos receberam moderada divulgação na imprensa.

Já o caso da inofensiva e vital auto-hemoterapia, por enquanto, nenhuma ação chegou ao STF, o que poderá acontecer a qualquer momento. Atualmente, a “comunidade científica” – principalmente com a colaboração e o apoio do CFM -, posiciona-se assim: “Cheque, Cheque e Cheque”. Nos dias atuais, sobre a vital auto-hemoterapia, as entidades religiosas sussurram: Vida, Vida e Vida… Sobre a vital e inofensiva auto-hemoterapia, a imprensa tem se manifestado pouco.

(d*) – Fazendo mais uma correção no parecer do CFM: o trabalho do Dr. Jésse Teixeira foi premiado em 1939 e só foi publicado em 1940. (e*) – O parecer refere-se ao Dr. Jésse Teixeira. (f*) – Supremo Tribunal Federal (STF) – Composto por 11 ministros de notável saber jurídico e reputação ilibada, é a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil. É responsável pela guarda da Constituição Federal de 1988. O seu atual presidente é o sergipano Carlos Ayres de Britto.

Sinopse: “Ato Médico” 13 – “Crise de asma mata criança (O Silêncio dos Inocentes). Asma pode ser curada com auto-hemoterapia (O Silêncio dos Culpados…). Parecer do CFM é incompleto (A Anencefalia).” Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

Aracaju, 04 de maio de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Fontes: (1) – Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra – Interessado: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – Assunto: Auto-hemoterapia – Relator: Dr. Munir Massud (médico) – Brasília-DF, 26 de outubro de 2007 – páginas 2, 3, 9, 11, 12, 13, e 16 – (35 páginas). (2) – DVD/2004 – Entrevistado: Dr. Luiz Moura (médico) – Contribuição para a Saúde – Duração: 2 horas e 37 minutos. (3) – Filho do Presidente da Embratur morre em Hospital de Brasília – Do R7, em Brasília, com TV Record – 14-02-2012 às 12h30; Corpo do filho do Presidente da Embratur é enterrado nesta manhã – Agência Estado – 15-02-2012 às 17h56; Polícia investiga morte do filho do Presidente da Embratur em Brasília – G1.Globo.com – 24-03-12 às 00h56; Presidente da Embratur pede que Anvisa apure morte do filho – Do G1 – Distrito Dederal – 03-04-2012 às 17h23.

Auto-hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos… (94)

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico – CRM 573)

No presente artigo deveríamos abordar a 3ª (terceira) versão sobre a gênese da auto-hemoterapia. No entanto, por causa de uma Tradução Juramentada, geneticamente mutacionada em Tradução Fidedigna, estamos temporariamente impedidos de continuar nossa missão anatômica. Devemos explicar ainda aos leitores, que dispomos de três fiéis colaboradores – por favor, não confundir com fidedignos – que são carinhosamente chamados de os 3 (três) mosqueteiros. Fisiologicamente, os 3 (três) mosqueteiros são assim classificados: 1º mosqueteiro – “Bisturí, a Máfia Branca”. (a*). 2º mosqueteiro – “Um Estranho no Ninho”. (b*). 3º mosqueteiro – “O Jardineiro Fiel”. (c*).

Ausente a Tradução Juramentada e ausente a Tradução Fidedigna, para não quebrarmos um acôrdo de sangue, um pacto de sangue e um juramento de sangue, estamos sendo forçados a substituir a 3ª (terceira) versão sobre a gênese da auto-hemoterapia (de relevante valor histórico), por assuntos citológicos e alguns fenômenos correlatos. Antecipadamente, pedimos aos nossos leitores escusas macrofágicas, metabólicas, microscópicas e morfológicas. Pode ser até que a maioria dos leitores não estejam entendendo a mensagem “criptografada”, agora os 3 (três) mosqueteiros devem entender do assunto muito bem. Espero.

No campo esperto da política é um pouco difícil criar-se um neologismo. Mesmo assim os nossos “nobres” políticos criaram o “mensalão”. Sim, todos nós sabemos o que é mês, o que é mensal, e o que é mensalidade. Mas, o que é mensalão?… Curiosamente o neologismo “pegou”. Com a última palavra o Supremo Tribunal Federal (STF).

No terreno misterioso da química a coisa é bem mais fácil. Basta tirar-se um átomo de uma molécula, e colocá-lo em outro lugar da mesma molécula, aí então, terá surgido um neologismo – quase sempre um novo “palavrão”. Contudo, na química, o neologismo é difícl de “pegar”.

Já na seara oficial da medicina também é relativamente fácil criar-se neologismos. É o que veremos mais adiante.

No trabalho científico do cirurgião norte-americano Dr. Michael W. Mettenleiter, intitulado “Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications” (o trabalho é de 1936), a palavra MONÓCITO aparece 3 (três) vezes, mas a palavra MONOCITOSE não aparece de maneira nenhuma. (1).

No brilhante trabalho científico do famoso cirurgião brasileiro Dr. Jésse Teixeira, intitulado “Autohemotransfusão: Complicações Pulmonares Postoperatórias – Contribuição à sua Prophylaxia” (o trabalho é de 1939), o termo MONÓCITO surge 4 (quatro) vezes, no entanto o termo MONOCITOSE não surge de forma alguma. (2).

No profundo e moderno – moderno em relação aos dois anteriores – trabalho científico do célebre imunologista brasileiro Dr. Ricardo Veronesi, intitulado “Imunoterapia: O impacto médico do século” (o trabalho é de 1976), o vocábulo MONÓCITO aflora 1 (uma) única vez, todavia o vocáculo MONOCITOSE não aflora de jeito nenhum. (3).

No notável trabalho científico do ilustre médico brasileiro Dr. Luiz Moura, intitulado “Auto-hemoterapia – Contribuição para a Saúde” (o trabalho é de 2004), a palavra MONÓCITO apresenta-se 1 (uma) única vez, entrementes a palavra MONOCITOSE não apresenta-se sob hipótese alguma. (4).

No parecer do Conselho Federal de Medicina – CFM, “intitulado” “Autohemoterapia – Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra” (o parecer é de 2007), o termo MONÓCITO não aparece, mas, curiosamente, no “científico” parecer oficial, o termo MONOCITOSE aparece 3 (três) vezes. Ou seja, MONOCITOSE, MONOCITOSE e MONOCITOSE. (5).

Nos 4 (quatro) primeiros trabalhos científicos (1936, 1939, 1976 e 2004), elaborados por 4 (quatro) distintos médicos, enquanto a palavra MONÓCITO apareceu 9 (nove) vezes, a palavra MONOCITOSE não aparece de jeito nenhum. Todavia no parecer do CFM (2007), cujo relator é o médico Dr. Munir Massud, a “neológica” MONOCITOSE surge 3 (três) repetitivas vezes. Neologismo? Método científico? Confusão? Evidência científica? Sugestão? Rigor científico? Efeito Placebo? Valor científico?

Vejamos como a “intravascular” MONOCITOSE surge no parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM):

“A afirmação de que o Sistema Retículo Endotelial é poderosamente estimulado pela auto-hemotransfusão e que isso é, em parte, comprovado pelo aumento do número de macrófagos na vesícula cutânea produzida pela inflamação induzida pela cantaridina, carece de explicações mais aprodundadas. A MONOCITOSE acompanha a neutrofilia nos processos inflamatórios, é mais tardia e persiste na convalescença (Failace, 2003). O autor (d*) não oferece uma análise crítica desses dados e nem há estudos a esse respeito. Ao que parece, a MONOCITOSE que surge em certos processos infecciosos é inconstante e de baixo valor preditivo, tanto que nas formas cavitárias e ganglionares da tuberculose há MONOCITOSE acompanhada de neutrofilia. Esse mecanismo parece carecer de estudos rigorosos e só pode ser tido como meramente conjectural.” (página 15).

No mirabolante texto acima, que faz parte do parecer do CFM (página 15), o leitor mais atento poderá observar as expressões inflamação, MONOCITOSE, neutrofilia, processos inflamatórios, processos infecciosos, e tuberculose. Nos trabalhos científicos dos médicos Dr. Michael W. Mettenletter, Dr. Jésse Teixeira, Dr. Ricardo Veroseni e Dr. Luiz Moura, o vocábulo neutrofilia também não aparece de maneira alguma. Neologismo? Método científico? Confusão? Evidência científica? Sugestão? Rigor científico? Efeito placebo? Valor científico?

INFLAMAÇÃO? MONOCITOSE? NEUTROFILIA? PROCESSOS INFLAMATÓRIOS? PROCESSOS INFECCIOSOS? TUBERCULOSE? Os pacientes leitores podem ficar completamente tranquilos, porquanto, continuamos afirmando que a auto-hemoterapia é um processo SIMPLES, a auto-hemoterapia é BARATA (custo baixíssimo), a auto-hemoterapia é uma terapia absolutamente INOFENSIVA (desde que corretamente aplicada), na auto-hemoterapia NÃO EXISTE EFEITO PLACEBO, a auto-hemoterapia é uma terapia SECULAR e a auto-hemoterapia não ocasiona nenhum dos fenômenos acima mencionados, provocativamente citados no parecer do CFM. Aqui, o provocativamente é apenas uma suposição. Será?

Desconfia-se então, que o autor ou os autores do parecer, não sabendo explicar o “misterioso” aumento do número de macrófagos, e não querendo aceitar que a auto-hemoterapia possa realmente aumentar o número de macrófagos, enveredou-se pelo caminho “tortuoso” da MONOCITOSE, associando tal fenômeno (MONOCITOSE) – amplamente conhecido e reconhecido pela “comunidade científica” e pela maioria da classe médica – à inflamação, à infecção, à neutrofilia e até à tuberculose. Querer associar a auto-hemoterapia à MONOCITOSE e à NEUTROFILIA é querer associar a inofensiva auto-hemoterapia à mortais infecções, o que não deixa de ser um absurdo científico. Péssimo exemplo médico.

Descoberto o verdadeiro propósito, descarta-se a hipótese do “criacionismo neológico”.

Ao insinuar que a inofensiva auto-hemoterapia provoca MONOCITOSE, o parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM), supostamente científico, mais uma vez denigre a imunologia, acrescentando-se ainda, que amputa a hematologia, mutila a infectologia, aliena milhares de médicos desavisados, amordaça parte significativa da imprensa, e deixa milhões de brasileiros entregues à dor, ao sofrimento e à morte.. Péssimo ato médico.

Contudo, queremos crer ainda, que provavelmente, o (s) parecerista (s) confundiram o fenômeno conhecido como MONOCITOSE com o fenômeno “pouco” conhecido da MACROFAGOCITOSE (de macrófago), em que pese os longos e profundos estudos já realizados sobre as principais funções do SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL (S.R.E.), sistema este, abordado pelos 4 (quatro) distintos médicos, em seus respectivos trabalhos científicos, nos quais, afirmam eles por unanimidade, haver uma íntima relação entre SISTEMA RETÍCULO ENDOTELIAL (S.R.E.), MACRÓFAGOS e o fortalecimento das atividades do SISTEMA IMUNOLÓGICO.

Do ponto de vista imunológico, a distância entre a MONOCITOSE e a MACROFAGOCITOSE é quilométrica. Lembramos aos atenciosos leitores a criação da lupa, a invenção do microscópio óptico, a evolução da microscopia eletrônica, e o avanço espantoso da nanotecnologia. Então, à luz da ciência – inclusive da imunologia – é preciso diferenciarmos muito bem a MONOCITOSE da MACROFAGOCITOSE. É o que veremos em outro (s) artigo (s).

MACROFAGOFILIA neles, abaixo o efeito placebo, abaixo a MONOCITOSE e acima a inofensiva auto-hemoterapia. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. Bom dia.

(a*) – Um filme “proibido” pelas entidades médicas no início da década de 70, no Brasil. (b*) – Um filme. (c*) – Outro filme interessante. (d*) – O autor, a que se refere o parecer do CFM, é o Dr. Jésse Teixeira, falecido há muito tempo.

Aracaju, 26 de abril de 2012.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CRM 573.

Fontes: (1) – Autohemotransfusion In Preventing Postoperative Lung Complications – Dr. Michael W. Mettenleiter (médico) – M.D., F.A.C.S. – Instructor in Surgery, New York Post-Graduate Hospital Medical School and Hospital – New York – American Journal of Surgery – Maio de 1936 – Páginas 321, 323 e 323 – (2) – Autohemotransfusão: Complicações Pulmonares Postoperatórias – Contribuição à sua Prophylaxia – Dr. Jésse Teixeira – Trabalho premiado pela Sociedade Acadêmica de Medicina e Cirurgia – premio de Cirurgia de 1939 – Publicado em Brasil – Cirurgico – VOL II – MARÇO de 1940 – NUM: 3 – Orgão Oficial da Sociedade Medico-Cirúrgica do Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro – Fundadores: Profs. : Brandão Filho e Oswaldo de Araújo – Diretor-responsável – Prof. Oswaldo de Araújo. (3) – Imunoterapia: O impacto médico do século – Dr. Ricardo Veronesi* (médico) – Medicina de Hoje – Março de 1976 – (9 páginas). * Entre outros títulos, Dr. Veronesi foi Ex-fellow da “The Rockefeller Foundation”, Consultor da Academia de Ciências dos Estados Unidos e Membro do Comitê de Peritos em Doenças Bacterianas da Organização Mundial da Saúde. (4) – Auto-hemoterapia – Contribuição para a saúde – DVD/2004 – Dr. Luiz Moura (médico) – Duração: 2 horas e 37 minutos. (5) – Parecer CFM nº 12/2007 na íntegra – Interessado: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – Assunto: Auto-hemoterapia – Relator: Dr. Munir Massud (médico) – página 15 – Brasília-DF, 26 de outubro de 2007 – (35 páginas).

http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-jmc94.htm

A nosso pedido, o jornalista brasileiro Reginaldo Horta Azevedo produziu este texto para os Blogs Sapo sobre auto-hemoterapia, relatando os resultados do tratamento que realiza com a técnica. São só cinco meses de uso. Confira.

 ESTE E O MEU SANGUE, TOMAI E BEBEI

 Foi em 1970 quando, em uma conversa no bar em Belo Horizonte, Minas Gerais, alguém falava eufórico que teria curado suas espinhas no rosto e nas costas ao tomar injeções do próprio sangue.

Houve reação de repulsa imediata de todos os presentes, repudiando o insensato que irresponsavelmente injetava o próprio sangue.

Havia um médico no meio da turma e ele fechou a conversa, deixando o infeliz sem ação ao falar com toda a força que a profissão lhe permitia: “Você está provocando em seu organismo um hematoma, só isto. A cura de suas espinhas foi por auto sugestão. As injeções de seu sangue nada mais fizeram em você o mesmo efeito que fariam as pílulas de placebo.”

E todos, sem exceção concordaram com o doutor.

Foi naqueles meses que em um discurso, Tancredo Neves (na época político mineiro) disse em um comício. “Toda a decisão aprovada de forma unânime é burra”.

Eu ainda tinha muito a aprender.

Agora, 41 anos mais tarde, eu, preso aos tremores provocados pelo Mal de Parkinson que não abala só o seu corpo, mas desaba a moral e destrói a alma do individuo, venho outra vez participar de uma discussão onde o tema é auto-hemoterapia.

Minha figura desequilibrada, com os meus movimentos automatizados, lento, sem grandes esperanças de minimizar os males do mal, não tinha opção se não tomar Levedopa e Sifrol, medicamentos caros que aplacam um pouco os meus tormentos.

Ouvia atento as explicações sobre a auto-hemoterapia, suas conquistas e seus perseguidores. Prometia não me curar, mas me daria mais conforto e dignidade para enfrentar os difíceis degraus da doença.

Naquele momento convivia com o tremor também em meu queixo e lábios. A salivação me envergonhava e se não tivesse atento, acabava babando. O colesterol, triglicerídeos e glicose elevadíssimos.

Com este quadro eu aceitei a fazer sessões de auto-hemoterapia.

Comecei em março e agora completo cinco meses de aplicações. Tomo 10ml, uma vez por semana.

Não tremo mais a boca, regularizou a minha salivação, o colesterol, triglicerídeos e glicose estão na escala própria abaixo do normal. Meu ânimo está refeito, tanto que já comprei vara e carretilha, garrafa de vinho e vou à próxima semana pescar na praia.

De quebra acabou de vez com uma micose, que eu já havia desistido de tratar, em minha unha do pé e juro, minha mulher disse que eu fiquei mais bonito.

Se melhorei por força de minha auto-sugestão provocada pelo tratamento de auto-hemoterapia, ótimo, mesmo porque o fim justifica o meio.

Só entendo a posição das autoridades de saúde no Brasil sobre a autoimunohemoterapia pelos poderes que detém a força econômica. Bastava o Governo Federal convocar seus laboratórios e com eles os profissionais que são “pró e contra” o tratamento e dar inicio a todas as pesquisas, mostrando com transparência o resultado.

Parece simples, não e!

Há mais de dois mil anos atrás até Ele, que falava em parábolas, preferiu ensinar com clareza à humanidade o caminho da salvação pelo uso da auto-hemoterapia: ESTE E O MEU SANGUE, TOMAI E BEBEI …

 

Reginaldo Horta Azevedo,

jornalista erreaga@hotmail.com

 

 
 No centro da molécula de clorofila, presente em todas as plantas, está um mineral essencial para a vida, o magnésio. É ele que captura a luz solar e a transforma em energia num processo conhecido como fotossíntese. É interessante notar que a clorofila é quase idêntica à hemoglobina, uma molécula presente no nosso sangue e responsável pela oxigenação dos tecidos – a diferença entre estas duas moléculas é que o átomo central da hemoglobina é o ferro, e o coração da clorofila é o magnésio.
Nas plantas é o magnésio que vai transformar a luz em alimento. Deste fato depende toda a vida na face da Terra. Se as plantas não tiverem magnésio, elas não são capazes de se nutrir através dos raios solares. Quando o magnésio está deficiente a planta definha, perde o viço e começa a morrer. Nós somos assim também – não poderíamos respirar, mover os músculos ou usar nosso cérebro sem magnésio suficiente em nossas células.

Enzimas e energia
A função principal do magnésio é na ativação enzimática – este mineral está envolvido em mais de 350 reações enzimáticas essenciais à vida, abrangendo todos os aspectos da fisiologia humana. Também tem ação direta na produção de ATP, a molécula de energia do nosso corpo, no funcionamento do músculo cardíaco, na formação de ossos e dentes, no relaxamento de vasos sanguíneos, na função intestinal, e em muitos outros órgãos e tecidos. A ciência moderna e a medicina ignoram o magnésio. Milhares de dólares e euros são gastos em pesquisas de ponta para descobrir novos medicamentos, e o que é simples e eficaz é desprezado. Os médicos na sua quase totalidade não prescrevem magnésio e desconhecem o seu real potencial na cura e prevenção de inúmeras doenças e sintomas.

Magnésio no corpo

Aproximadamente 60% do magnésio está armazenado nos ossos, 26% nos músculos, e os 14% restantes estão distribuídos pelos outros tecidos e fluidos corporais. Há uma alta concentração de magnésio nos órgãos mais ativos metabolicamente, como o cérebro, coração, fígado e rins. O magnésio é tão precioso para o corpo que fica quase todo guardado dentro das células, no compartimento intracelular. Somente 1% do nosso magnésio total circula pelo sangue.
Por esta razão quando o médico solicita a dosagem de magnésio no sangue, ele vai ter uma idéia errônea da situação real. Quase sempre o magnésio se encontra dentro dos níveis de referência considerados normais. Se o magnésio presente no sangue estiver baixo, isto significa que a situação está crítica e há uma deficiência crônica e perigosa. Na verdade a deficiência de magnésio deve ser medida pelos sinais e sintomas que o indivíduo apresenta, e as estimativas são de que 80% da população têm carência de magnésio.

Pesquisas
No PubMed, um site que publica pesquisas médicas indexadas, pode-se encontrar alguns milhares de estudos científicos sobre os benefícios de vários compostos de magnésio na saúde humana, abrangendo enxaquecas, depressão, ansiedade, insônia, dor, memória, hipertensão arterial, e muitos outros mais, demonstrando a impressionante versatilidade deste mineral curativo.

Sinais e sintomas
A deficiência de magnésio pode ser detectada a partir de queixas, desconfortos e diversas doenças presentes no indivíduo:

ansiedade e pânico depressão
insônia nervosismo
hiperatividade desordem de atenção
doença cardíaca trombose
hipertensão arterial batimentos irregulares
doença hepática doença renal
cálculos cistites de repetição
diabetes síndrome metabólica
hipoglicemia fadiga crônica
doenças intestinais constipação
soluços asma
pré-eclampsia e eclampsia tensão pré-menstrual
infertilidade cólica menstrual
osteoporose cárie dental
câimbras dores musculares
espasmos musculares fraqueza muscular
enxaquecas dor lombar
envelhecimento precoce stress

Tipos de magnésio
O magnésio é um sal mineral e está presente na natureza sempre associado a outras moléculas orgânicas ou inorgânicas, como minerais e aminoácidos. Alguns exemplos:

cloreto de magnésio citrato de magnésio
aspartato de magnésio óxido de magnésio
carbonato de magnésio orotato de magnésio
sulfato de magnésio gluconato de magnésio

Por que cloreto de magnésio?
Tanto o magnésio quanto o cloro tem grande importância na manutenção da saúde e vitalidade. O cloro é necessário para a produção de grandes quantidades diárias de suco gástrico, usado para digerir os alimentos que ingerimos, e ativa enzimas responsáveis pela pré-digestão dos amidos. O magnésio, além de tudo o que foi dito acima, também age no rejuvenescimento ao prevenir a calcificação dos nossos vasos, órgãos e tecidos, um processo característico da degeneração corporal ligada ao envelhecimento.
Se optarmos por outros sais de magnésio, o corpo vai despender energia extra para convertê-los em cloreto de magnésio. Para absorver o óxido ou carbonato de magnésio o corpo vai precisar produzir uma quantidade extra de ácido clorídrico. Em indivíduos idosos, especialmente com doenças crônicas ou em uso de medicamentos que controlam a acidez estomacal, a produção de ácido clorídrico é insuficiente, o que dificulta a absorção destes outros sais de magnésio. Neste caso os íons de cloro são absolutamente necessários para permitir a assimilação do magnésio.

Mais benefícios
Além disso, o cloreto de magnésio tem uma ação no combate de infecções, tanto via oral como tópica. Em 1915, um cirurgião francês, Pierre Delbet, descobriu que a aplicação de uma solução de cloreto de magnésio em feridas externas tinha um efeito estimulante na atividade leucocitária e na fagocitose, o que acelerava a cicatrização e prevenia a infecção do ferimento. Seu interesse foi tão grande que ele começou a pesquisar outros usos e descobriu sua ação imunoestimulante e tonificante geral quando tomado por via oral. Muitos outros pesquisadores, anos depois, chegaram às mesmas conclusões.
Concluindo, o tratamento com cloreto de magnésio visa a suprir deficiências nutricionais sistêmicas, a melhorar o funcionamento de nossas células e do sistema imunológico, além de proteger as células do dano oxidativo.

Os “milagres científicos” da Medicina
Apesar de toda a fortuna investida pelos grandes laboratórios na busca de medicamentos fabulosos e mirabolantes, no século 21 a humanidade continua sendo vitimada por doenças crônicas e degenerativas cuja incidência aumenta cada vez mais. Diabetes, doença cardíaca, câncer, obesidade, doenças neurológicas, depressão, osteoporose – estas pragas modernas explodem e fogem do controle de autoridades médicas, sanitárias e governamentais, e o pior é que eles estão perdidos e confusos sobre fatos básicos ligados à saúde.

A simplicidade do magnésio
Se estes pesquisadores abrissem um pouco os olhos veriam que a base da verdade científica na medicina está no magnésio, pois ele está no centro exato da vida biológica, assim como o ar e a água. Simples assim.
Sem o magnésio nosso corpo colapsa, entra em pane, perde a energia, não consegue efetuar reparos aos danos sofridos. O cloreto de magnésio pode ser considerado como uma solução médica milagrosa para a humanidade. Quando os níveis celulares baixos são corrigidos é isso que parece, que um milagre ocorreu. Inúmeras queixas se vão sem nenhum dos remédios modernos, que intoxicam e não cumprem o papel de curar. Na minha clínica vejo isso acontecer diariamente.

Coração e magnésio
Durante e logo após um enfarte acontecem alguns eventos, a saber:
– aumento do dano ao coração devido à concentração de íons de cálcio no músculo cardíaco,
– formação de coágulos que podem bloquear os vasos coronários,
– redução do fluxo de sangue porque os vasos sanguíneos entram em espasmo,
– arritmia devido ao dano ocorrido no músculo cardíaco, produzindo contrações defeituosas.
Ação do magnésio:
– dilata os vasos sanguíneos,
– neutraliza a ação do cálcio, prevenindo o vaso espasmo,
– ajuda a dissolver os coágulos,
– reduz dramaticamente o tamanho do dano cardíaco e previne a arritmia,
– age como um antioxidante contra a ação dos radicais livres no local afetado pelo enfarte.
Atenção: quando se usa medicamentos para o coração, principalmente diuréticos para reduzir a pressão arterial, ocorre uma depleção de magnésio, que é eliminado junto com o potássio. O magnésio é essencial para estabilizar a atividade do músculo cardíaco.

Insulina e magnésio
O magnésio é necessário para a produção de insulina pelo pâncreas, e também ajuda na sua função de metabolizar a glicose sanguínea. Há uma interação entre o mineral e o hormônio – é a insulina que transporta o magnésio para o interior das células.
Em um estudo feito no Gonda Diabetes Center, na Califórnia, 16 voluntários saudáveis foram colocados numa dieta deficiente em magnésio, e a sua insulina tornou-se menos eficiente em mover a glicose do sangue para as células, onde ela é utilizada como fonte de energia ou armazenada para uso futuro.
Por outro lado, quando ocorre a resistência insulínica, primeiro passo no caminho do diabetes tipo 2, ou quando nosso corpo já não produz insulina suficiente, nós não conseguimos estocar o magnésio dentro das células, que é onde ele deve estar, e os rins simplesmente excretam o magnésio circulante no sangue.
Esta relação íntima entre magnésio e insulina determina o status de nossa saúde. Magnésio e insulina precisam um do outro, e nós precisamos dos dois. Níveis baixos de magnésio intracelular e no sangue estão associados com a resistência insulínica, com intolerância à glicose, e com a redução da secreção de insulina pelo pâncreas.

Diabetes, doença cardíaca e magnésio
O magnésio intracelular ajuda a relaxar os músculos, e se nós não conseguimos estocar magnésio, ele vai ser eliminado via urina, o que vai fazer com que os vasos sanguíneos fiquem contraídos, aumentando a pressão arterial e reduzindo o nosso nível de energia. Assim podemos perceber claramente a intima relação entre o diabetes e a doença cardiovascular.

Ansiedade, depressão, stress e magnésio
É cada vez mais comum e mais banalizado o uso de drogas psiquiátricas contra a depressão, ansiedade, stress e outros sintomas mentais, como o pânico, a compulsão alimentar, as dependências de álcool e tabaco, e fobias diversas. Drogas pesadas com inúmeros efeitos colaterais, causadoras de dependência e que não curam o problema. Estes sintomas podem estar ligados a uma deficiência de magnésio.
As pessoas não apresentam depressão ou ansiedade porque o corpo tem deficiência de Valium ou Prozac, ou outros medicamentos do mesmo tipo. Estas drogas não são usadas pelo nosso corpo nos importantes processos metabólicos, ao contrário do magnésio, cuja deficiência pode levar ao aparecimento de sintomas na esfera psicológica.
O magnésio relaxa o sistema nervoso por diversos mecanismos. Além de agir na musculatura contraída, ele também é bloqueador natural de um receptor cerebral chamado NMDA. Este receptor é estimulado pelo cálcio levando a uma hiperexcitação do cérebro, com irritabilidade, ansiedade, depressão e stress. O magnésio age como antagonista, impedindo esta hiperexcitação, ajudando a acalmar o sistema nervoso.

Osteoporose e magnésio
Existem aproximadamente 18 nutrientes essenciais para ossos fortes e saudáveis, incluindo o magnésio. É um grande erro suplementar somente o cálcio quando se quer tratar ou prevenir a redução da densidade óssea. O cálcio domina soberano o tratamento da osteoporose, e os médicos receitam este mineral sem ter a mínima idéia das consequências bioquímicas do desequilíbrio que estão ajudando a causar. Se houver deficiência de magnésio, este cálcio, em vez de se fixar no osso, vai se depositar em tecidos moles como as juntas, causando artrite, ou nos rins, contribuindo para a formação de cálculos renais, ou ainda nos vasos do coração, levando ao entupimento das coronárias e enfarte.
O magnésio tem múltiplas funções no metabolismo ósseo:
– níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio.
– o magnésio estimula a produção de calcitonina, um hormônio que ajuda a preservar a estrutura óssea e retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso.
– também suprime a ação de outro hormônio ligado ao metabolismo ósseo, o paratormônio, reduzindo a reabsorção óssea.
– o magnésio é necessário para converter a vitamina D inativa na sua forma ativa, o que ajuda a aumentar a absorção de cálcio.
– as reações enzimáticas necessárias para formação de osso novo são magnésio dependentes.

Equilibrando cálcio e magnésio
Pesquisadores finlandeses associaram uma altíssima incidência de casos de enfarte e osteoporose no país a uma dieta em que a proporção entre cálcio e magnésio é de 4 para 1. Isto ocorre também nos Estados Unidos, onde a proporção é de 5 partes de cálcio para 1 parte de magnésio. A conclusão é que a nossa alimentação tem grande ênfase no cálcio sem o cuidado de equilibrar o magnésio. A preocupação com a osteoporose e a suplementação de pílulas de cálcio aumenta ainda mais este desequilíbrio entre os dois minerais.
O correto seria manter a proporção em no máximo 2 partes de cálcio para 1 parte de magnésio. Na dieta do homem paleolítico esta proporção era de 1 para 1. Mesmo uma pequena deficiência de magnésio torna-se um grande fator de risco para o desenvolvimento da osteoporose. Se existe muito cálcio no corpo, especialmente proveniente da suplementação do cálcio, há uma grande redução na absorção do magnésio, o que piora ainda mais o quadro da osteoporose. Este cálcio que não se fixa no osso é chamado de cálcio patológico, e vai se depositar nos tecidos moles causando diversas doenças, já citadas acima.

Comendo magnésio
Como melhorar a alimentação para obter mais magnésio? O teor de magnésio de todas as folhas verdes, nozes e sementes, grãos e leguminosas, é dependente da qualidade do solo. Seria muito importante que este solo fosse rico em magnésio, o que não ocorre de modo geral, porque os fertilizantes utilizados são à base de nitrogênio, fósforo e potássio, que fazem a planta crescer muito e parecer saudável, mas a depleção crônica de minerais essenciais no solo empobrece os nossos alimentos. E por isso vivemos num estado carencial crônico, cujas consequências são mais evidentes à medida que envelhecemos.

Suplementando magnésio
Se 80% da população é deficiente em magnésio, está na hora de suplementar o magnésio. E o cloreto de magnésio é uma forma barata, segura e eficaz de se obter ou recuperar a boa saúde. Quem mais precisa deste mineral:

idosos

diabéticos e pré-diabéticos

pessoas em dietas restritivas

uso crônico de bebidas alcoólicas

usuários de medicamentos para o coração

usuários de antiácidos

praticantes de atividade física intensa

hipertensos

portadores de osteoporose

portadores de doenças cardíacas

grande stress mental

Quanto magnésio tomar?
O cloreto de magnésio em pó deve ser diluído em água filtrada ou mineral. Para 1 litro de água coloque 2 colheres de sopa rasas, o equivalente a 20 gramas de cloreto de magnésio. Misture até dissolver e guarde na geladeira. A dose básica a ser tomada é 50 ml (1 xícara pequena de café) 1 a 2 vêzes por dia. Para o tratamento de deficiências mais sérias esta dose pode ser aumentada para 3 a 4 vêzes por dia. Se houver qualquer reação adversa, como diarréia, náusea ou sonolência, reduza a dose.
Para a limpeza de feridas a proporção é de 1 colher de sopa rasa em 1 litro de água filtrada ou fervida. Além do efeito bactericida, esta solução de cloreto de magnésio estimula a imunidade local, o que ajuda a acelerar a cicatrização.

Dra. Tamara Mazaracki
Graduação em Medicina – UNIRIO
Membro da Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN
Título de Especialista em Nutrologia – Associação Médica Brasileira – AMB
Pós-Graduação em Terapia Ortomolecular, Nutrição Celular e Longevidade – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo – FACIS-IBEHE
www.tamaramazaracki.med.br

“Todo conteúdo exposto neste site tem caráter apenas informativo. Não deixe de consultar seu médico para diagnosticar eventuais doenças, indicar tratamentos e receitar medicamentos e minerais, como o cloreto de magnésio”

 

 

 

 

 

AUTO-HEMOTERAPIA 

 A Procura

Alguma controvérsia existe hoje em parte do meio médico brasileiro sobre a utilização do processo chamado Auto-hemoterapia. Uma multidão, porém, já se beneficia desse modo de fortalecimento da resistência orgânica, com um apoio cada vez maior da classe médica comprometida com os fundamentos e bases de seu juramento e responsabilidade ética e moral. A argumentação recalcitrante tenta se sustentar na ausência de estudos e pesquisas científicas, mesmo sendo o tratamento praticado com sucesso, com surpreendentes e inéditos resultados, em milhares de pessoas, com custo e efeitos colaterais beirando a zero. Mas, sendo acatado por comunidades médico-científicas de outras plagas e sua utilização celebrada em centros de reconhecido saber, compreende-se essa oposição, movida por razões comerciais, econômicas e tão somente. Esse comportamento não é novo, não é regional, não é exclusividade nossa, nem de nossa era, infelizmente. E por isso, não pode prevalecer. Mas afinal, a AHT vale ou não vale? Qual o fundamento científico, biomédico, em que se alicerça? Procuraremos explicar – antecipando que nada trazemos de novo, nem de mágico ou milagroso, já que as peças do quebra cabeça estão espalhadas em inúmeros estudos e na observação aceita e referendada, estando à disposição dos profissionais de pesquisa, de atuação e de atendimento, ou aos interessados avulsos em todas as partes do planeta. Vamos nos situar na afirmação de Hipócrates, feita 2500 anos atrás, que diz, no preâmbulo de seu Corpus Hipocraticum, que: todo corpo traz em si os elementos de sua regeneração e cura.

1- A ENERGIA DE FORMAÇÃO DAS MEMBRANAS A fim de não prolongarmos o tópico, iniciemos nossa caminhada no momento da fecundação humana, do óvulo pelo espermatozóide. No exato momento do encontro há uma descarga energética (o prof. Landell de Moura prefere esse termo à eletromagnética) que se condensa para formar a membrana que vai abrigar o ovo, e assim, de modo sucessivo, na mitose do óvulo fecundado, do zigoto e blastômeros, da mórula, nos processos guiados pelas interfases, passando pela prófase até a telófase, na descarga para a citocinese. Essa energia se condensa e vai aparecer em todo o organismo celular, inclusive no núcleo, protegendo e agrupando os 22 pares de cromossomos restantes (As pesquisas caminham para identificar esse agente como formador dos cinetócoros através de outra reação). Para o Dr. José Mohallen essa descarga energética é o “sopro da vida”, ou de Deus !!! Landell de Moura nomeia-a pela sigla Phaross. Concentrada, a energia se concretiza em proteínas. Essa membrana recobrirá, a partir da fecundação, todas as células do organismo, e pulsará ininterruptamente até o seu fim. É desta proteína (Sintaxinas 11 e 25, itens que também participam da formação do complexo exocítico SNARE) que surgirá o aparelho imunitário, compreendendo o sistema esplênico e as “micro usinas” espalhadas em todo o organismo. Dela também emerge (numa explosão cálcio, sódio e energia, etc. e as mesmas) a glândula epífise. A partir de seu surgimento a epífise se converte em antena receptora estática de energias essenciais e em fonte emissora de sinais (sede da phaross – cujas funções aqui não cogitaremos agora) que individualizam os seres, tornando-os, portanto, únicos no Universo. Do sistema esplênico, sobretudo do baço, surgirão os leucócitos enfim, que formam o batalhão de defesa orgânica. Importante fixar que as Sintaxinas 11 e 25 são as mesmas presentes nas células eucaritárias. Constatada essa construção do sistema de comunicação energética através das membranas celulares, podemos entender melhor os processos que promovem a atuação eficiente da AHT, com suas causas e reações.

2- A ACOMODAÇÃO DO SISTEMA IMUNITÁRIO E REDUÇÃO DAS DEFESAS Diversos fatores bioquímicos e fisiológicos interferem na atividade do sistema de defesa do organismo. Por sua vez, detecta-se que a fagocitose é um processo muito mais complexo do que a simples destruição das células pelos leucócitos (linfócitos, neutrófilos e macrófagos,basófilos, etc. como inicialmente descreveu Metchnikoff). Tanto na fagocitose quanto nos outros processos de eliminação e substituição celular, a presença das sintaxinas 11 e 25 se desenvolve de modo a harmonizar a relação entre as membranas (que interagem) tanto dos agentes invasores quanto dos mecanismos de proteção, pois existem compatibilidades pelas origens comuns entre si. Isso provoca, por razões patogênicas, genéticas ou outras, uma convivência do sistema imunitário com “invasores adotados”, trazendo um amortecimento das funções controladoras. Esse processo de “preguiça” é sempre combatido pelas quimiocinas, com predominância no endotélio, mas estas só conseguem se movimentar com mais vigor apenas nos pontos agredidos. Nesta acomodação há uma redução do fluxo energético, em amplitude significativa diante da original, desfalcando a intensidade ideal. Disso se constata uma reação inadequada, impotente dos imuno-agentes, diante das situações de debilidade do organismo. Sabe-se que algumas afecções dos órgãos produtores das defesas, como a esplenomegalia ou mesmo em caso de esplenectomia, necessariamente não desencadeiam essa desaceleração, visto que o sistema imunitário se divide em múltiplas usinas, além do baço ou do fígado e medula e outros, que agredidos transferem a função produtora para outros pontos e mesmo para as células.

3- FOCO NA APOPTOSE

 A queda, redução ou mesmo eliminação de sistemas de defesa é inerente ao ciclo de toda célula, que também possui em seu programa de função a apoptose (fenômeno fundamental também para o controle das células cancerosas de todos os tipos). E é na apoptose,- de modo expressivo-, que reside o desencadear dos importantes efeitos benéficos da AHT. As células íntegras, ao serem expostas a ambientes estranhos disparam -normalmente entre 10 a 15 segundos após a separação de seu habitat- o mecanismo de suicídio. Isso se dá principalmente pelo colapso da corrente energética da Phaross, que evoluirá, se não contido, até a necrose. Essa caminhada varia de acordo com as condições térmicas ou de influência de agentes externos (soros, etc.) podendo ser acelerada ou contida. No interior das células, a degradação se inicia por meio de enzimas, até então inertes, chamadas caspazes, que vão clivar algumas proteínas do citoplasma e ativar as DNAases. Aí se exprime a função NK das sintaxinas 11 e 25, repetindo, de modo secundário e vagaroso. As perdas iniciais se dão nas sub-membranas (com micro rompimentos produzidos pela expulsão de cálcio e sódio), nas organelas do citoplasma, com danos relevantes às mitocôndrias. É a fase da apoptose intrínseca. Preserva-se, aí, por mais tempo, intacto o núcleo celular. Devido à ausência do fluxo energético a atividade dos glóbulos brancos é reduzida a quase nula, inoperante. (Esse procedimento foi detectado e desenvolvido também por Fleming, no uso do que ele chamou de lisozimas, antecessora da penicilina. A regulação dos períodos da apoptose é também um dos padrões que definem a eficiência das vacinas.)

4-A REINJEÇÃO RESSUSCITADOR

Quando o sangue é retirado da veia, portanto em efervescência de atividade energética e vai para a seringa, imediatamente as células se “desligam” da Phaross e se preparam para se auto-eliminar. Este espaço de tempo é usado para as mutações descritas. Assim, ao ser reinjetado no músculo, biologicamente o sangue já não é o mesmo! Está incompleto, reativo e diferente daquele que saiu da veia. Ao ser aplicado no músculo há uma confusão orgânica, porque, se de um lado há uma reação pela presença de um invasor (substância diferente), há também uma ação agregadora, pela acomodação do remanescente núcleo comum. Ao mesmo tempo, o organismo se revoluciona. Há então uma sintetização do MHC- que é uma classe de antígeno produzido pela própria célula, provenientes de mutações das SINT11 e 25, chamados HLA-D, que em fusão com o linfócito T irá ligar e mobilizar todo o sistema imune, convocando e gerando as condições de criação fortalecida de macrófagos, para o ataque e destruição à presumida injúria sofrida, pela quebra da homeostasia. No momento dessa sinapse um alarme é enviado pelos neuro transmissores ao centro do sistema de defesa e se desencadeia um ritual de despertar geral das membranas em todo o corpo, o que oportuniza uma multiplicação imediata de células leuócitárias, com a predominância para os macrófagos, que iniciam sua varredura. Estes, cuja autonomia é irrestrita, vão fagocitar os antígenos digerindo-os no fagolisossoma. Fazem assim, a faxina completa de todos os cantinhos, limpando, eliminando, destruindo os elementos estranhos, inclusive aqueles anteriormente “adotados”, acomodados sob o endotélio, e os “digeridos” fagolisossomas. Através da ativação energética, pelas SINT11 e 25 observa-se, no período de 48 a 72 horas (considerando-se a aplicação de doses entre 8 a 20 ml), a eclosão significativa de glóbulos brancos (neutrófilos, eosinófilos, basófilos, monócitos e linfócitos) além de outros guardas da defesa e com predomínio, um aumento quadruplicado de macrófagos. Em média, entre quatro a cinco dias há uma estabilização, e o sistema, recomposto e tendo reassimilado (não eliminado) o sangue reinjetado, paralisa a ação dos exércitos. No epitélio, os macrófagos, aí também chamados células de Langerhans, quando inativados, se transformam em histiócitos, sendo eliminados por outros agentes. Importante destacar que, na veia, no fluxo sanguíneo, não ocorre esse procedimento, já que a interrupção da morte é imediata, e as perdas são repostas de pronto, na área circulatória, ao passo que no músculo ou outros tecidos, a apoptose ainda prossegue por algum tempo, produzindo as reações, até a chegada do socorro.

5- CONCLUSÃO:

Essa exposição linear, vertical, da dinâmica da AHT pode ser muito ampliada, aprofundada e até mesmo revista. Muitas vertentes são conhecidas e outras serão descobertas, sobre os procedimentos e atuações. No entanto não se pode apagar, em nenhum sentido, a trajetória energético-bio-quimioterápica, visto que, o que se mostrou não é novidade, sendo de domínio científico, sobremaneira pelos laboratórios de pesquisa. Em verdade, – é necessário que se esclareça-, a sociedade não recebe mais informes dos que pesquisam a AHT devido à ingente busca dos valiosos “comprimidos da sede”. Aqueles, muito eficazes se tomados com dois copos d’água. Em veterinária existe um procedimento em que se tenta fazer esses adendos, com a adição de substâncias ao sangue animal, cujos resultados seriam os mesmos sem esse acréscimo. Hoje está ficando comum, sobretudo em recuperações ortopédicas e de musculatura de atletas, o uso do SRP, que é uma AHT sofisticada, cujos resultados também são iguais, só que… mais caros. Com a tecnologia dos genomas, do conhecimento das causas, e a evolução da medicina nuclear, surgirão novos patamares, novos conceitos e razões. Como nos “velhos” estudos implementados junto ao Prof. Oswaldo, acerca das propriedades terapêuticas do “Tabebuia avellanedae”, bem como as do Dr. Ephrem nas qualidades da alicina e do sumo do pau d’arco,-cujos conceitos e conclusões só foram assimilados décadas após- sabemos que muitos avanços se verificarão, para a sublimação dessa prática. Há de se reconhecer que estamos diante de um tratamento preventivo, tônico, complementar, suplementar para milhares de doenças e males, podendo também ser desenvolvida para outras áreas da vida. É imenso o espectro onde permite a cura total e é indescritível sua atuação preventiva em milhares de outras situações. Mas ao contrário do que alguns supõem, a AHT não se presta a todos os casos. Há restrições severas, de seu uso imediato, em tratamentos pós-transplantes e em picadas de animais, por razões óbvias, já que nestes casos o aumento dos macrófagos interferiria negativamente. Fora isso, a AHT precisa ser estimulada e adotada para todas as populações, reduzindo gastos com saúde, e aumentando a efetividade das curas e dos estudos na redução do sofrimento, inclusive para doenças cujos tratamentos “científicos” nada valem ou pouco se prestam, como nos linfomas e hemofilias, por exemplo. Seu uso, a despeito do que preconizam alguns institutos, prescinde da presença ou recomendação médica, podendo a orientação seguir caminhos mais simples, menos burocráticos e mais acessíveis a todos. Sem nos aprofundarmos, afirmamos que, originalmente esta ação é colocada à disposição da Humanidade, por razões muito superiores, da mesma maneira que é “ensinado” ao cãozinho comer capim para curar sua dor de barriga. E sabe ele escolher capins diferentes, para dores diferentes.

NB- Nosso grupo hoje com 9 elementos, está interessado em participar, ainda que seja desta maneira como os “benditos pesadelos” de Mendeleyev, ou as angélicas informações para a Alleluia a Haendel. Aproveitamos para agradecer a todos os quanto se aplicam na divulgação e defesa dessa generosa intercessão. Estamos sugerindo, para o fortalecimento da divulgação e utilização desse método natural, que seja 4 de Maio definido como o Dia Mundial da Auto-hemoterapia, numa sincera reverência ao brilhante médico e humanista Dr. Luiz Moura. Continuaremos na busca para oportunamente voltar com novos comentários, outras informações pois estamos tentando justificar o nome que foi escolhido para essa equipe que é Pró-Curar. Que Deus abençoe a todos. Dr. Heliuzê Abril/2011

———————————————————————————————- Mensagem recebida pelo médium Arael Magnus, em reuniões reservadas nos dias 24, 25 e 27 de Abril de 2011. Celest – Centro Espírita Luz na Estrada Fundoamor – Fundação Operatta de Amparo e Orientação fundoamor@gmail.com

Vamos clicar no site e garantir o atendimento a mulheres que não podem pagar por ele! Participe! clique!

http://cancerdemama.com.br/

— Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA informa que nada tem a obstar à realização de pesquisas sobre auto-hemoterapia “que cumpram protocolos em concordância com o método científico e com as normativas nacionais vigentes que versam sobre pesquisas envolvendo seres humanos. A informação foi dada em 31 de janeiro de 2011, na resposta enviada ao Senador Eduardo Suplicy, que pede explicações sobre a postura do governo perante o uso da auto-hemoterapia no Brasil.

Mais uma vez usando uma resposta pronta e que desvirtua a realidade, a agência afirma que “A Anvisa mantém a visão anteriormente exposta pela Nota Técnica Nº 001/2007 devido ao que chama de “inexistência de evidências científicas e trabalhos indexados que comprovem a eficácia e segurança desta prática médica”. Ainda na contra mão do que seria razoável na busca da verdade e no cumprimento do real papel das autoridades sanitárias, o órgão alega que seu posicionamento dar-se-ia com base no Princípio da Precaução e cumprindo a missão de proteger a saúde da população brasileira”.

Como se sabe nos meios jurídicos e administrativos, o princípio da precaução não pode nem deve ser empregado de forma autoritária, conforme alerta a Desembargadora Marga Inge Barth Tessler, mas exige participação e diálogo com os interessados, o que não foi realizado em nenhuma circunstância pela ANVISA. Ademais, nada foi mostrado que ateste a alegada falta de comprovação científica da auto-hemoterapia. Apenas, de forma estranha, apareceu a nota proibindo um procedimento médico que era utilizado há 150 anos no mundo inteiro e no Brasil há mais de sessenta anos, sem qualquer queixa concreta de algum mal resultante da sua aplicação.

Desta forma, a população brasileira continua vivendo uma situação incomum que, em decorrência de um processo de incomunicação está causando prejuízos aos usuários e defensores da Auto-hemoterapia. O uso da técnica, que consiste na retirada de sangue por punção venosa e a sua imediata administração por via intramuscular na própria pessoa, foi proibido de forma confusa, pela ANVISA, através de uma Nota Técnica de abril de 2007, na qual, entre outras afirmações, diz que “O procedimento ‘auto-hemoterapia’ poderia ser enquadrado em várias normas legais. Já mostramos que a proibição da auto-hemoterapia é ilegal, pois não existe nenhuma lei que a cite como atividade nociva à saúde ou à sociedade. Basta ler o artigo http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-legis.htm .

*Jornalista

Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (ANVISA). Vigia o que não precisa ser vigiado, como é o caso da Auto-Hemoterapia. Mas, o que realmente faz mal para o povo, fica a desejar. Assim é com o Activia, e muitos outros medicamentos vendidos a vontade.

Saiba o que é Activia da Danone Voce sabe do que é feito o ACTIVIA???  Mas o mais interessante, é que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância  Sanitária) somente agora, depois de publicada essa denúncia pela internet,  resolveu proibir a propaganda do Activia. Por quê não o fez antes, já que  conhecia o problema, sendo uma "agência técnica"???   Na prática não precisamos de coisa nenhuma da Danone e de outras do gênero;  Leiam isto:   Afinal, o que é Activia? O que são os baci … Read More

via Haroldoventura's Blog

Danregularis

Voce sabe do que é feito o ACTIVIA???
 
Mas o mais interessante, é que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância  Sanitária) somente agora, depois de publicada essa denúncia pela internet,  resolveu proibir a propaganda do Activia. Por quê não o fez antes, já que  conhecia o problema, sendo uma “agência técnica”???
 
Na prática não precisamos de coisa nenhuma da Danone e de outras do gênero;
 Leiam isto:
 
Afinal, o que é Activia? O que são os bacilos DanRegularis ?
 
“Bifidobacterium animalis é uma bactéria anaeróbica gram-positiva encontrada  nos intestinos de animais de grande porte, inclusive humanos.”
 
Qual seria então a fonte para se obter o famoso DanRegularis?
 
NÃO, você não está enganado. São as FEZES HUMANAS!!, SIM, SIM E SIM!!!
 
Mas o absurdo não para aí.
 
Muitas empresas têm tentado registrar subespécies específicas como uma  técnica de marketing, renomeando estas subespécies com rótulos  pseudo-científicos. 
 
A Danone (Dannon) protocolou como marca registrada a cepa DN 173.010, e  comercializa o organismo nomeando-o de:  
Bifidus Digestum (Reino Unido), Bifidus Regularis (EUA e México),
Bifidubacterium Lactis ou B.L. Regularis (Canadá), 
DanRegularis (Brasil) e Bifidus Artiregularis (Argentina, Áustria, Bulgária,
Chile, Alemanha, Itália, Irlanda, Romênia, Rússia e Espanha). 
 
Cientificamente, o nome correto desta cepa é Bifidobacterium animalis  subsp.animalis, strain DN-173.010. 
 
O motivo pelo qual a bebida láctea Activia ajuda na digestão é o simples  fato de que a bactéria adicionada pela Danone pertence a uma cepa mais  irritante para a mucosa intestinal, que ao entrar em contato trata de  expelir o mais rapidamente possível o material fecal. 
Sejamos honestos. É saudável, a longo prazo, acostumar o sistema digestivo  (ou mais modernamente, sistema digestório) humano a somente funcionar pela  introdução de um material irritante/estimulante? Isso não seria viciar o  organismo? Não seria mais coerente consumir mais fibras e menos pão branco,  o verdadeiro culpado pelos problemas intestinais? 
Alimento probiótico, eles dizem… Até quando vamos ser ingênuos (ou seria  mais correto otários) de acreditar cegamente em propagandas e em campanhas  de marketing?? 
 
A bebida láctea contendo Bifidobacterium animalis sp vem sendo  comercializada pela Danone pelo mundo afora desde 1990, mas somente no  Brasil tiveram a cara-de-pau de colocar o nome da marca Danone
 (DanRegularis) no nome científico registrado. 
 
Mas, sinceramente, prefira as verduras ao leite de cocô doce. 
 
EM OUTRAS PALAVRAS, A TAL DE BEBIDA LÁCTEA TEM MERDA MESMO!!!!!! 
Marília C. Duarte 
(Nutricionista) 
São Paulo – SP  
 
Anvisa proíbe propaganda do iogurte Activia (Folha Online): 
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u416847.shtml
 http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u416847.shtml 
 
27/06/2008 – 13h33  
Anvisa proíbe propaganda do iogurte Activia
 
da Folha Online 
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou nesta  sexta-feira a suspensão de todas as propagandas do iogurte Activia por  problemas na divulgação de suas propriedades. 
Para a agência, a Danone, responsável pelo produto, anuncia o iogurte com  se ele fosse “uma forma de tratamento para o funcionamento intestinal  irregular.” O decreto, de “interesse sanitário”, foi publicado hoje no  “Diário Oficial da União”. 
 
Em seu site, a Danone afirma que “tomar Activia diariamente, como parte de  uma dieta equilibrada e de um estilo de vida saudável, proporciona uma  quantidade suficiente de bacilos DanRegularis para ajudar a regularizar o  seu sistema digestivo.” 
 
A Danone foi procurada pela reportagem por meio de sua assessoria de  imprensa, mas ainda não se manifestou. 
 
VAMOS POIS BOICOTAR ESTE PRODUTO FEITO COM EXCREMENTO ANIMAL, SABE-SE LÁ QUE TIPO DE DOENÇAS ISSO PODERA ACARRETAR DENTRO DO NOSSO ORGANISMO EM UM FUTURO PRÓXIMO COM TANTAS  DOENÇAS ESTRANHAS APARECENDO, EPIDEMIAS,ETC… 
SE PUDERMOS VAMOS EVITAR CERTOS TIPOS DE ALIMENTOS. 
 
Proibir a utilização da Auto-Hemoterapia, técnica utilizada há mais de cem anos, a ANVISA foi rápida, mesmo sem ter nenhuma denuncia sobre efeitos danosos as pessoas que a utilizam.

(Meu comentario)